24/05/14

1º Seminário de
Mobilização Social 
Dia 11 de junho de 2014


Confirme sua presença pelo e-mail: sidneyde@bb.com.br
ou pelos telefones: 3265-6701 com Sidneyde ou Marcio

Local: Auditório do Banco do Brasil
Rua 4, nº1052, Centro, Goiânia

Hora
PROGRAMAÇÃO
Responsável
08h00min
Café com prosa / entrega de Materiais
COEP
08h50min
Abertura Oficial / Xexéu – Coordenador de arte e cultura da Secretaria de Justiça.
COEP
09h00min
Composição da Mesa
Cerimonial

1-Sr. José Bovo-Gerente da GEPES Banco do Brasil
2-Sr. Rubens-Pres. Conselho Deliberativo COEP-GO
3- Apresentação do Banco do Brasil

09h25min
Entrega do Prêmio Betinho 2013
Matusalém
09h30min
Palestra – “Direitos, Participação e Cidadania
Dr. Edemundo Dias – Secretario de Justiça de Goiás
10h20min
Intervalo

10h30min
Palestra – “Meio Ambiente, Clima e Vulnerabilidade”
Dra. Denise Daleva – Núcleo de Projetos Especiais da SEMARH
11h20min
Debate

12h10min
Encerramento
COEP-GO



X Semana de 
Alimentos Orgânicos
 em Goiás

Clique no Folder para ver ampliado

27/02/14

Deus e o diabo na terra do sol
Fonte: iatidadepressao.blogspot.com

Prof. Dr. Valter Machado da Fonseca*
Este título da obra clássica de Glauber Rocha serve perfeitamente para ilustrar o que vem ocorrendo no planeta Terra em função das alterações climáticas as quais são, sistematicamente, aceleradas pelas ações antropogênicas (humanas). Verificamos nestas últimas décadas o deslocamento das forças naturais que atuam sobre a Terra, em decorrência das ações desorganizadas do ser humano, em especial sobre as formações vegetais e os recursos hídricos.
Na mesorregião do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba este desequilíbrio das forças naturais que atuam sobre o planeta pode ser constatado pelas forças de reação caracterizadas pelo atual desequilíbrio climático, pelo rebaixamento do lenções freáticos e pela quase extinção de importantes corpos d’água de superfície (rios, riachos, córregos e ribeirões). O exemplo mais ilustrativo é o caso do Rio Cantareira (SP), onde já podemos observar o fundo da calha do rio e as rochas expostas que compõem o seu leito natural.
Estes eventos de desequilíbrio climático vêm em função de um amplo processo de desflorestamento do cerrado brasileiro, visando à expansão da fronteira agrícola, objetivando atender à ganancia da agricultura de exportação, em especial o plantio exaustivo da cana-de-açúcar, com imensos despejos de toneladas de insumos e agrotóxicos que se infiltram no solo e acabam atingindo os lençóis que abastecem os corpos d’água de superfície. Isto sem mencionar os gigantescos volumes de vinhoto (vinhaça) produzido pela cadeia produtiva da cana.
O cerrado brasileiro (a grande caixa d’água da América do Sul) vem sendo bombardeado pelos pacotes tecnológicos deste os anos dourados das décadas de 60/70 visando ao cultivo das monoculturas tipo exportação, para o atendimento dos mercados norte americano e europeu. Este violento ataque aos recursos naturais do nosso cerrado tem provocado também violentos impactos socioambientais sobre o bioma com o consequente deslocamento das forças naturais que mantêm o frágil equilibro deste ecossistema. Neste sentido, a diminuição da evapotranspiração (pela remoção das formações vegetais), o descarte gigantesco de imensos volumes de agrotóxicos e insumos (de forma direta ou indireta) acaba por contaminar as principais fontes de água potável à disposição do consumo humano. Por outro lado, a intervenção antropogênica desordenada sobre os recursos dos diversos biomas brasileiros, força o deslocamento das forças naturais que regulam o equilíbrio climático do planeta, promovendo, desta forma, os gravíssimos processos de alterações climáticas, para os quais existem limitados números de soluções minimizadoras. Diante disso, o “Deus natureza” trava uma batalha com o diabo (homem) na terra do sol. Esta talvez seja a derradeira guerra que o ser humano consiga travar neste planeta ainda azul. 



* Escritor. Geógrafo, mestre e doutor pela Universidade Federal de Uberlândia. Professor e pesquisador das temáticas “Alterações Climáticas” e “Impactos socioambientais sobre os ecossistemas terrestres e aquáticos”. E-mail: pesquisa.fonseca@gmail.com

22/02/14

Luc lança novo livro no Brasil

O novo livro de Luc Vankrukelsven custa 38 reais e autor viaja por várias cidades fazendo a divulgação. Em Goiânia ele vai estar em abril.
O livro foi illustrado por professores e estudantes da Universidade de Matinhos e impresso em Curitiba



Sumário


1. Europa exporta seus problemas
2. Instituto para a vida?
3. Saúde nas próprias mãos
4. Elefante branco?

Agronomia: paradigmas em conflito. Prof. Fábio Nolasco, Cuiabá

5. Sistemas agroflestais e recuperação
6. A bicicleta toma a cidade
7. Frutos do Cerrado
8. Macambira-Anicuns: o parque urbano mais longo no mundo
9. Fundação Conscienciarte
10. Juçara, o açaí do Sul
11. As borboletas se foram! Seremos os próximos?
12. Rota da Agricultura Familiar
13. Biodiesel da soja
14. Cooperativismo em 2012
15. Frango Halal para a Arábia Saudita
16.CO2 do Brasil às vesperas da Rio +20

Ética Ambiental, Revolução Verde e Agroecologia. Prof. Eli de Jesus, Rio Pomba.

17. Dias das mães
18. Agora o Brasil vai importar soja?
19. Quem ainda acredita nesses pessoas?
20. Herman Verbeek, o novo Marx do Extremo Norte?
21.Uso indireto da terra

Sinais de esperança, a outra notícia. Leen Laenens, Bélgica.

22. A pegada ecológica do gato
23. A Agricultura Familiar anda pode ser salva? (Notícias do congresso trienal da Fetraf-Sul)
24. Cooperafloresta, uma lição para a União Européia
25. Índios no Rio? O lado sómbrio de “verde”
26. Jovens semeiam Terra Solidária
27. Syngenta e Bayer em defesa das abelhas? (Ou: quando a esmola é demais..., o santo desconfia)
28. Escolas Família Agrícola
29. Fora Babaçu! Bem vinda a soja?
30. O Evangelho do Eucalipto
31. AEFAPI: Associação Regional das Escolas Família Agrícola do Piauí
Fuligem “do mal”
32. Landgrabbing ou roubo de terras
33. Ciência a serviço da sociedade?
34. “Rei Carro”, o caçador de recursos naturais
35.Química e obesidade?
36.O cículo está completo: manteiga francesa no Rio
37. Cânhamo ¨C Uruguai  

Epílogo. Uma visão holística de uma realidade repicada. Vera Dua, Bélgica.
  

Luc Vankrukelsven vem a Goiânia em abril

Conheça o trabalho de Luc acessando os links com entrevistas neste blog

http://wagneroliveiragoias.blogspot.com.br/2011/04/entrevista-europa-brasil-yiv1922337117_02.html



21/11/13


Povos do cerrado e a biodiversidade 
no 19º Simpósio Ambientalista
Brasileiro no Cerrado

Estudantes da PUC de Goiás no 19º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Decoração da mesa com artefatos indígenas

Estudantes da Universidade estadual de Goiás - UEG
O negro entre os povos do cerrado
Representantes dos quilombolas no 19º SABC
Presidente da Sociedade Ambientalista Brasileira no Cerrado Mayza Toledo na abertura do evento
Representantes indígenas
Professor Jackson Hora da Seduc e a pedagoga Yuara Crescêncio (Semarh)
YYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY
Edna Fátima (Hospital de Medicina Alternativa), Maria Dinah (CNEN) e Maura Leão (Ibama) organizaram a ExpoCerrado

Tiago Nogueira Marques da Amma
Luciene Ribeiro da Emater entrega lembrança para Otair Lourenço - RAN/ICMBio
Luisa Helena e Luciane Ribeiro e a a equipe que trabalhou na organização do evento
Mesa com palestrantes
Doação de mudas
Maria da Feira e seu artesanato sempre comercializado na Feira do Cerrado
Professora da Escola Municipal Bom Jesus
Fotos reprodução mostram índios de Aruanã
As fiandeiras trabalharam duro no descaroçador durante o evento sempre cantando e bem humoradas
Decoração da mesa com arte indígena
Adicionar legenda
Doação de mucas
Última mesa formada no 19º SABC
Produzindo a linha do algodão e mostrando o belo produto final de todo o trabalho

Artesanato de Maura Leão

A beleza da representante dos quilombolas
A artesão pediu para tirar esta foto sua com seu trabalho: um anjo
Trabalho da Associação dos Artesãos de Orizona - Goiás
Artesanato na Expocerrado
Artesanato da Arte Presente
Indígena de Aruanã
Alegria de apresentar seu trabalho
Porcelanas
Bijouterias com sementes do cerrado
Estande do Batalhão Ambiental com animais empalhados
Representante indígena
Mesa com palestrantes
Decoração da mesa
Perguntas para os palestrantes
Foto reprodução
Perguntas para palestrantes
Foto reprodução

Representantes indígenas
Palestrantes
Dinâmica
Detalhes arte em madeira
Dinâmica
Representante dos quilombolas
Inscrições
Momento final das palestras
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Abertura do 19º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado em Goiânia. Evento vai até o dia 22 de novembro na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás (UFG) e na Área I da Pontifícia Universidade Católica (PUC Goiás)

Caju do cerrado no estande do Batalhão Ambiental

Mesa com representantes de várias instituições parceiras

Arte de povos do cerrado

Público presente na abertura do evento

Peça esculpida em madeira
Merecida homenagem do simpósio ao Professor Ângelo Rizzo entregue por Mariusa Aparecida Lima (Saneago). E pessoalmente recordo que o professor foi o meu primeiro entrevistado quando fiz o curso de jornalismo na UFG em matéria sobre os macacos prego que vivem nas matas do Campus II da UFG. Grande contribuição do professor para o Cerrado e durante várias décadas

Banners do evento na Faculdade de Direito da UFG

Fiandeiras trabalhando e cantando na ExpoCerrado

Superintendente de Gestão e Proteção Ambiental da Semarh Marcelo Lessa durante abertura do 19º SABC

Antes da abertura do evento

Fiandeira


Superintende de Unidades de Conservação da Semarh José Leopoldo conhecendo o estande da Saneago na ExpoCerrado na Área I da PUC

Wagner Oliveira e José Leopoldo no estande de educação ambiental do Batalhão Ambiental

Arte em cabaças na ExpoCerrado


Banners na Faculdade de Direito da UFG


Entrada da ExpoCerrado na Área I da PUC Goiás no Setor Universitário em Goiânia

O artista Silvio de Oliveira expõe sua arte: entre elas, reaproveitamento de aros de bicicleta envolvidos em folha de bananeira

Professor Ângelo Rizzo aguarda homenagem

O artista Silvio de Oliveira: povos do cerrado lembra primeiro o índio

Apresentação cultural Camerata Santa Cecília da PUC Goiás com regência do maestro Carlos Vitorino. Durante o Hino Nacional foram acompanhados pela pianista Simone Moreira

Sabonete do cerrado de barbatimão

Representante indígena

Luciene Ribeiro (Emater), Yuara Crescêncio (Semarh), Márcia Barnabé e Juliana de Pina (Semarh)
Arte indígena

Distribuição de mudas

Decoração da mesa

Silvio de Oliveira mostra seu trabalho para Arimar Silveira que fez a decoração da mesa do evento


Estande do Batalhão Ambiental

Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da Pontifícia Universidade Católica de Goiás Milca Severino

Potencial alimentício do cerrado

Nilton Marques (Mag Life) e a artista e autora de livros Evandra Rocha

Arte viva em um tronco esculpido

Artesanato com capim dourado

Maria faz arte em cabaças

Representantes da Escola Municipal Bom Jesus
Representação das aves do cerrado

Formação da mesa com autoridades

O índio que já vivia no cerrado antes do descobrimento do Brasil

Representantes das instituições parceiras do Simpósio no Cerrado

Magda entrega homenagem do SABC ao representante da Emater

Arte indígena

Mayza Toledo entrega homenagem póstuma a bióloga Aparecida de Fátima Oliveira Bozza, recebida pelo seu esposo professor da PUC Ruy Chaves Bozza

Artesanato exposto na ExpoCerrado
Mayza Toledo e Milca Severino

Presidente da Agtência Municipal do Meio Ambiente (Amma) Professor Pedro Wilson

Público presente na abertura do 19º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado

Decoração da mesa de autoridades

Público presente na abertura do evento

Povos do Cerrado

Público presente no evento

Representação dos povos do cerrado na figura do negro

Público presente na abertura do evento

Mesa de autoridades decorada por Arimar Silveira da Emater

Professores da PUC Ruy Bozza e Agostinho

Bela decoração do evento

Cobertura do evento realizada pela imprensa. No momento, pela PUC TV
Representante indígena faz pergunta ao palestrante Alfredo Palau Peña

Palestrante Ms. Alfredo Palau Peña: "Os povos e as Comunidades do Cerrado"

Final da primeiro dia do 19º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado. Amanhã o evento continua...