21/07/2009

TEMPORADA DE PRAIA DO RIO ARAGUAIA 2009
Educação Ambiental
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para crianças Kara
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Educação Ambiental em Goiás acompanhou de perto o belo trabalho da arte-educadora Glorinha Fulustreka nas aldeias Buridina e Ariká dos índios de Aruanã. Ela apresenta músicas infantis e dinâmicas com temática ambiental. Veja agora e em breve vídeos, lindas fotos e músicas para educação ambiental.
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Dhijahina Karajá, de 5 anos, ficou encantado com a borboleta que fez com dobradura de papel
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Nesta terça-feira, 21 de julho, a partir das 14 horas a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos – Semarh, em parceria com o Instituto Chico Mendes – Icmbio, fazem trabalho de educação ambiental para crianças da Aldeia Ariká, a cerca de cinco quilômetros de Aruanã.
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A linda índia Kabymaro não fala português mas entende e repetiu quando eu disse que ela é linda: "Linda". Estávamos na Aldeia Buridina, em Aruanã
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O convite foi feito pela Fundação Nacional de Saúde, Funasa, que já faz trabalho de inclusão social, higiene pessoal, ambiental e doméstica com os índios. Muitas crianças não falam português e serão trabalhadas principalmente dinâmicas com imagens de animais coloridos e músicas com temática ambiental.

A entrada na Aldeia Arika não é permitida sem a autorização da Funai. As equipes de educação ambiental da Semarh e Icmbio vão aproveitar o momento de trabalho da Funasa para fazer educação ambiental para os índios.

As dinâmicas de educação ambiental são realizadas pela arte-educadora Vanusa Nogueira com sua personagem Glorinha Fulustreka que também canta músicas infantis que passam mensagem de preservação ambiental. Uma delas diz que os tracajás e tartarugas estão diminuindo muito e é preciso preservar as espécies para que não ocorram extinções.

Cacique Raul e Wagner Oliveira: precisamos desses trabalhos de educação ambiental durante todas as temporadas


As crianças indígenas gostam muito do trabalho que foi realizado ontem, 20 de julho, pela terceira vez durante a Temporada de Praia do Rio Araguaia na Aldeia Buridina, que fica dentro da cidade de Aruanã. O cacique Raul agradeceu o trabalho de educação ambiental. “Não temos um trabalho desse nível e é muito importante esse trabalho que vocês estão fazendo. Precisamos desse trabalho durante todas as temporadas porque evita que elas fiquem na rua”.

Glorinha Fulustreka faz pintura de tracajá na estudante de biologia da Universidade Estadual de Goiás - UEG Grayce Kelly

Pintura de tracajá no rosto da estudante da UEG de Iporá, Hurualla. A imagem e a linguagem que as crianças indígenas podem entender a educação ambiental.

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