30/09/2011

Halo solar em Goiânia

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"Um halo é um anel de luz que rodeia um objeto. Os halos se formam a 5-10 quilômetros (3-6 milhas), na troposfera superior. A forma e a orientação particulares dos cristais são responsáveis para o tipo de halo observado." (Wikipédia)

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A luz é refletida e refractada pelos cristais de gelo e pode dividir em cores por causa da dispersão, semelhante ao arco-íris." (Wikipédia)

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Um fenómeno natural que ocorre quando existem cristais de gelo na atmosfera e a luz do sol os atravessa, e é relativamente comum, até é possível vê-los em redor da lua às vezes." (Wikipédia)

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.Fiz as fotos quando estava passando pelo Jardim América, em Goiânia, bem próximo do Sesc Cidadania e vi funcionários da escola olhando para o céu. Acho um privilégio ver esses fenômenos naturais. Fico embevecido e grato pela vida.

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O sol durante o fenômeno do halo

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Detalhe do anel de luz com várias cores. Muito belo o fenômeno que não é tão comum de ser visto no céu. Vem aí chuvas, diz o conhecimento popular.



29/09/2011

Jovem ABC no Hospital
de Medicina Alternativa

.A aluna da Escola Municipal Jalles Machado, Jhenifer Vitória, 11, planta semente do cerrado durante o 12º Jovem ABC, evento do 17º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado realizado no Hospital de Medicina Alternativa, em Goiânia
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A aluna também da Escola Municipal Jalles Machado, Melca Garcia, 13, também planta semente do cerrado
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Os garotos do 7º ano e 1º ano com sementes já plantadas pediram para sair na foto
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Atenção das meninas da Escola Municipal Jalles Machado
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Engenheiro agrônomo João Carlos Nogueira: "A maior mentira é de que tudo que é natural não faz mal. Planta medicinal em excesso pode se tornar tóxica. A diferença entre o remédio e o veneno está na dose"
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Depois da palestra sobre plantas medicinais do cerrado todos seguiam para plantio de sementes
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Slide da palestra. João Carlos diz que muitos produtores estão sendo incentivados a plantar frutíferas do cerrado para ter renda extra ou mesmo renda principal
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Sementes de baru, a castanha do cerrado. Um pacote com 8 castanhas chega a ser vendido a 15 reais
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Pausa para picolé com sabor de frutos do cerrado
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Slide da palestra. O cerrado tem uma riqueza natural pouco conhecida que precisa ser preservada para as atuais e futuras gerações
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Momento de escolher a semente a ser plantada
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Algumas sementes precisam ser lixadas para germinar como as de copaíba, barbatimão, tamboril e jatobá
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Distribuição de picolés de frutos do cerrado
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Aula na prática: a importância até do capim tiririca
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Colégio Dom Abel chegando para palestra
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Entrega de brindes
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27/09/2011

12º Jovem ABC
28 a 30 de setembro

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Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado

A Legalidade e a Sustentabilidade



12º Jovem Ambientalista Brasileiro no Cerrado

Atuação do jovem no Cerrado


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PROGRAMAÇÃO – JOVEM ABC

Data

Horário/ Local da atividade

Unidades Escolares

28/09/11

Matutino (8h às 11h30)

Hospital de Medicina Alternativa (HMA)

2 UEs:

Colégio Dom Abel – 30 alunos

E.M Jalles Machado de Siqueira -30 alunos

28/09/11

Vespertino (14h às 15h)

Hospital de Medicina Alternativa (HMA

2 UEs:

Colégio Dom Abel – 30 alunos

E.M Jalles Machado de Siqueira -30 alunos

29/09/10

Vespertino: (14 às 17h)

Atividades no Ecomóvel – Na unidade escolar

UE :

-E.M. Dona Rosa Martins Perim – 40 alunos

30/09/11

Matutino: (8 às 11h)

Atividades no Ecomóvel - Na unidade escolar

UE :

-Colégio Estadual Joaquim Carvalho Ferreira

40 alunos

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18/09/2011

Que Educação Ambiental?

Qual Educação Ambiental?


Valter Machado da Fonseca*

Ao final do século XVIII, o advento da revolução industrial inaugurou um ciclo de inovações tecnológicas que deixou como legado um violento impacto sobre a biomassa, os bens naturais e a atmosfera. Esses efeitos, ignorados nos “anos dourados” do desenvolvimento, apenas nas últimas décadas do século XX seriam apresentados como a problemática ambiental, um conjunto amorfo de fatores que englobam a poluição e degradação do meio, a crise de recursos naturais, energéticos e de alimentos.

partir daí, no bojo da problemática ambiental, surge também a Educação Ambiental (EA), como forma de minimizar os impactos socioambientais gerados pela sociedade do consumo. A EA surge, porém, desconsiderando a análise das reais raízes dos problemas socioambientais da sociedade urbano-industrial. Ela surge, de forma ingênua, defendida arduamente pelas principais correntes do movimento ambientalista. Essas correntes, ingenuamente ou propositalmente, acreditam que é possível reformar os mecanismos, as estruturas do sistema que é, exatamente, o único responsável pelo atual estágio de desequilíbrio ambiental do grande ecossistema planetário. Só que essas correntes ambientalistas se esquecem do principal: a mais-valia e a sustentabilidade são como água e óleo, jamais se misturam, são inconciliáveis. Sob o modelo capitalista de produção, a sustentabilidade socioambiental não se sustenta nem teoricamente.

A grande prova disso é a gigantesca pela qual passa o capitalismo nos dias atuais: na onda da grande crise de 2008, a crise, sem precedentes dos dias atuais, afeta o coração do sistema capitalista [os EUA] deixando o mundo todo em estado de alerta. A crise que começou na Grécia atingiu em cheio a Europa indo desaguar numa gigantesca Tsunami sobre o coração do sistema capitalista: o quintal do Tio Sam. Ístvan Mészáros afirma que as crise cíclicas pela qual passava o capital nos tempos passados foram superadas e que a onda de crises do século XXI é magnificamente muito pior e muito mais grave que as crises cíclicas, pois, agora se tratam de crises estruturais, que atingem os mecanismos e as estruturas internas do capital, corroendo toda a máquina produtiva do capital por dentro, na sua parte interna.

Assim, quaisquer propostas de Educação Ambiental só servirão para reformar um sistema em crise, auxiliando, sobremaneira, na ocultação das verdadeiras razões e motivos da grave crise ambiental global. Neste sentido, pode-se verificar que os grandes grupos financeiros inter/multi/transnacionais [os mais perversos em matéria de desequilíbrio socioambiental] fazem verdadeiras apologias à enorme gama de propostas construídas nas grandes conferências internacionais e que visam à construção da tão propalada sustentabilidade socioambiental. Na verdade, esses grupos agregam um suposto valor ecológico aos seus produtos [dos quais uma grande quantidade possui alta carga poluidora], objetivando aumentar os seus já exorbitantes lucros. Utilizam das propostas de sustentabilidade e de Educação Ambiental como mais uma fonte de mais-valia, pouco se importando com a saúde ambiental do planeta.

Assim caro (a) leitor (a), faz-se urgente que repensemos ações eficazes que auxiliem as populações das mais diversas nações a desmistificar e dessacralizar essas propostas que no fim das contas acabam sendo um eficiente suporte para que o capital justifique sua superprodução e a super-exploração desordenada dos recursos da natureza. É preciso, urgentemente, mostrar a todos os setores da população as verdadeiras raízes da problemática ambiental, sob pena de [num breve período geológico] vermos o nosso planeta azul se transformar marrom, a cor característica das regiões poluídas e desertificadas.

* Escritor. Geógrafo pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), mestre e doutorando em Educação também pela UFU. Professor da Universidade de Uberaba (UNIUBE). machado04fonseca@gmail.com
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14/09/2011

Curso de Capacitação em
Fiscalização Ambiental
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De 12 a 14 de setembro foi realizado curso de capacitação em fiscalização ambiental na Câmara Municipal de Goiânia dentro da programação do 17º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado. Na foto organizadores do evento e representantes de vários municípios de Goiás que assistiram palestras, apresentaram a realidade dos municípios, tiraram dúvidas e trocaram experiências. Participaram gestores e técnicos ambientais das secretarias municipais de meio ambiente credenciadas junto à Semarh/CEMAm para as atividades de licenciamento ambiental. O curso foi organizado pela Semarh de Goiás, Ministério Público de Goiás, Agência Municipal do Meio Ambiente-Goiânia e Ibama de Goiás. Educação Ambiental em Goiás acompanhou todo o evento e publica em breve mais detalhes e entrevistas. O educador ambiental precisa conhecer o trabalho de fiscalização.
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INSCRIÇÕES ABERTAS
17º Simpósio Ambientalista
Brasileiro no Cerrado

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Mais informações pelo e-mail:
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ou no site:
http://www.sabc.org.br/


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