16/10/2010

POLÍCIA MILITAR E EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Taxidermia na
sensibilização

Trabalho de educação ambiental da Polícia Militar de Goiás conta com várias espécimes do cerrado empalhadas ou preservadas para exposição. Durante eventos tendas são armadas e os animais chamam a atenção de adultos e crianças. Antes do trabalho de repressão, o trabalho de sensibilização para que cada um tenha consciência da importância de preservação do meio ambiente sem cometer crimes ambientais. Na foto, crânio de macaco prego Cebus apella apresentado em uma das exposições que acompanhei de perto e você confere abaixo.
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"Lobo guará: Gwa'rá é nome originário do Tupi que significa vermelho, e o lobo guará tem uma cor pardo avermelhada. Prefere lugares abertos, campos e cerrados. Dificilmente o guará penetra nas florestas. Solitário e escolhendo a noite ao dia, o guará marca um território com fezes e urina. Nessa área de cerca de 30 quilômetros quadrados ele permite apenas a presença da fêmea e seus filhotes. A noite vagueia pelo cerrado, quando a maioria dos animais está dormindo, caçando pequenos roedores, vertebrados e aves" (Trecho da Revista Cerrado)
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Barco Sucuri utilizado pelo Batalhão Ambiental para trabalhos de fiscalização e educação ambiental em vários rios goianos.
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Morcego preservado em álcool e água exposto em estande de educação ambiental do Batalhão Ambiental. Oportunidade de o público ver a espécie em praça pública.
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Detalhe com desenho de animais na van utitilizada pela equipe de educação ambiental: onça e seriema.
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Jacaré-Açu: observe o tamanho dos dentes do animal e da resistência de cada um.
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Equipe do Batalhão Ambiental no Rio Araguaia: trabalho de fiscalização.
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Curicaca empalhada ou trabalhada no processo de taxidermia. São animais que foram apreendidos pelo batalhão ambiental ou encontrados mortos nas estradas.
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Viatura do Batalhão Ambiental em Aruanã.
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"Tatu é descendente do animal pré-histórico Gliptodonte, que viveu na era Terciária, há 60 milhões de anos, e tinha até três metros de altura. De hábitos noturnos, permanece na toca, que abre com suas poderosas unhas, durante todo o dia e somente à noite anda pelos cerrados." (Revista Cerrado)
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Armas apreendidas durante operação: crimes ambientais previstos em lei.
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Quati também grafado coati (do tupi "nariz pontudo") é um mamífero. Mede de corpo 70 cm. Vive em bandos de oito a dez, é praticamente onívoro e se adapta bem ao cativeiro. São animais diurnos. Alimenta-se de minhocas, insetos e frutas. Aprecia também ovos, legumes e especialmente lagartos. Não gosta de água mas pode nadar bem. Dorme no alto das árvores enrolado como uma bola e não desce antes do amanhecer. (Wikipédia)
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Predator e presa: onça e capivara. Se as capivaras forem extintas afetará a cadeia alimentar com desequilíbrio. Para ter equilíbio o meio ambiente precisa ter predador e a presa, todos os animais. Um equilíbrio que já ocorre há milhares, milhões de anos. Com a ocupação dos cerrados o homem interfere desajustando. Como consequências pode haver superpopulações por exemplo de insetos, animais.
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Tamanduá mirim e filhote nas costas. O exemplar foi empalhado depois de ser encontrado atropelado. A mamãe estava grávida e o filhote morreu também. Dá para perceber que ainda não estava bem formado. Muitos são atropelados nas estradas do cerrado.
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Couro de onça na exposição.
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Seriema Cariama cristata se alimenta também de cobras, ajudando no controle desses ofídios. Destaca-se no cerrado pelo seu canto ao amanhecer e ao entardecer.
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Saracura. Muito comum estar viajando e vê-las na beira da estrada logo que amanhece o dia procurando alguma semente (milho, arroz, etc), algo que tenha caído dos caminhões. Normalmente em locais alagados, brejos, baixadas. Também saem em busca de comida no final da tarde.
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Ema e seus filhotes. As fêmeas botam os ovos mas são os machos que chocam e cuidam dos filhotes protegendo-os dos predadores. Podem correr até 60 quilômetros por hora e pesar 36 quilos. Ingerem gramíneas e até cobras. Os filhotes são muito espertos e normalmente ficam longe das mães que podem não ser carinhosas e até matarem seus filhotes. (Revista Cerrado)
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Onça pintada. Cada vez mais rara no cerrado ainda existe em vários parques estaduais e Nacional em Goiás. Mas foi muito caçada por apresentar ameaça na zona rural a proprietários de gado. Os bezerros são mais vuneráveis, mas há relatos de também atacar o gado ou cavalos. No Parque de Terra Ronca um cavalo foi morto e arrastado para fora da estrada. Mas é preciso resaltar que a onça caça e pode até entrar nas fazendas porque vê seu habitat ameaçado, reduzido, desmatado.
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Na exposição o visitante pode ver de perto, fotografar e até tocar nas peças.
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"Ouriço: Os ouriços são animais principalmente noturnos, que se alimentam de insetos, caracóis, lesmas e de vegetais. Os seus predadores principais são as corujas e os furões. O ouriço conta com a sua coloração como camuflagem, mas quando ameaçado enrola-se como bola expondo apenas a face coberta de espinhos. Geralmente a comunidade científica faz clara diferença entre o ouriço e o porco-espinho (Hystrix cristata), que é um roedor." (Wikipédia)
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Os animais empalhados ficam expostos ao lado de espécies vegetais típicas do cerrado como a lixeira, que tem folhas ásperas que se assemelham a lixas ou marmelada, gueiroba, bálsamo ou ingá.
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Foto externa do estande de educação ambiental do Batalhão Ambiental em Aruanã.
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"Cascavel: cobra venenosa que possui chocalho na cauda. A cascavel, por razões não bem entendidas, em vez de sair completamente de sua pele antiga, mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. Com o correr dos anos, estes pedaços de epiderme ressecados formam os guizos que, quando o animal vibra a cauda, balançam e causam o ruído característico. Embora no conceito popular o número de anéis do guizo as vezes é interpretado como correspondente a idade desta cobra, isto não é correto, pois no máximo poderia indicar o número de trocas de pele. A finalidade do som produzido pelo guizo é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal. É uma ótima chance de evitar o confronto." (Wikipédia)
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Sucuri: A sucuri, também conhecida como anaconda, é uma cobra sul-americana. Tem a fama de ser uma cobra enorme e perigosa. Existem quatro espécies, das quais as três primeiras ocorrem no Brasil. A sucuri pode viver até 30 anos. As fêmeas são maiores que os machos, atingindo maturidade sexual por volta dos seis anos de idade.
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Cascudo: Os cascudos caracterizam-se pelo corpo delgado, revestido de placas ósseas, e pela cabeça grande. A boca localiza-se na face ventral e em algumas espécies é rodeada por barbas. Estes peixes vivem nos fundos dos rios, até cerca de 30 metros de profundidade, e alimentam-se de lodo, vegetais e restos orgânicos em geral. (Wikipédia)
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Fruto do buriti: espécie vegetal muito comum em locais alagados, brejos.
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"Peixe elétrico: As descargas produzidas por esse peixe prestam-se tanto à subsistência alimentar, sendo utilizadas para atordoar as presas das quais o animal se alimenta (geralmente peixes menores), quando à autodefesa do animal em razão de perigo iminente." (Wikipédia)
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"Peixe Baiacu ou peixe balão: espécie que tem a propriedade de inchar o corpo quando se sente ameaçada por um predador." (Wikipédia)
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Muçurana: mais conhecida como cobra-do-bem, é uma cobra que devora outras cobras. Sua dieta é composta de cobras peçonhentas e não-peçonhentas como jararacas, cascavéis, etc. Ao serem devoradas, essas cobras picam diversas vezes a muçurana, mas o veneno dessas cobras não tem efeito contra ela, a única cobra que a mata é a cobra-coral. (Wikipédia)
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Coral verdadeira
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Perca amarela: "A perca é um conjunto de diferentes espécies de peixes nativos de água doce do mundo inteiro." (Wikipédia)
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"Cobra-d'água: designação comum a diversas espécies de serpentes aquáticas
" (Wikipédia)
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Professor e educador ambiental José Hidasi criou vários museus com animais empalhados no Brasil e em Goiás fez um trabalho brilhante. E a cada dia é mais valorizado o trabalho de taxidermia diante da possibilidade da extinção de várias espécies. Ver e conhecer no museu para preservar no meio ambiente. O trabalho de educação ambiental do Batalhão Ambiental dá continuidade, de certa forma, ao importante trabalho iniciado por José Hidasi, que recolhia os animais nas estradas e aplicava as técnicas de taxidermia. Vários policiais hoje do Batalhão Ambiental conhecem as técnicas de taxidermia e já preparam as peças. Antes, José Hidasi emprestava os animais empalhados.
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Casco de tartaruga.
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Presa do javali.
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Dezenas de espécies vegetais e animais podem ser conhecidas pelos visitantes do estande de educação ambiental do Batalhão Ambiental.
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Esta caixa possui muitos exemplos de madeiras. Nas operações do Batalhão Ambiental é preciso conhecer as madeiras que podem ser apreendidas. E se forem protegidas por lei, estiverem sem licença para desmatar/transportar, os responsáveis podem responder por crime ambiental.
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Exemplo de sucupira.
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Detalhes das madeiras de ipê amarelo e jatobá.
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O educador ambiental da Batalhão Ambiental mostra armas apreendidas que foram utilizadas por caçadores, explica como é o funcionamento e fala sobre os crimes ambientais.
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Exemplo de pesca predatória com espinhel: um fio grosso com vários anzois para pesca de vários exemplares de uma única vez.
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Arpão ou zagaia também é considerada um tipo de pesca predatória.
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Bateia. O uso de mercúrio na mineração para separar o ouro vai poluir o meio ambiente.
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Trabucos. Eles são colocados em locais onde passam os animais como trilhas. Quando o bicho passa aciona a arma que mata o animal.
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Vários modelos e muitos de construção bem simples, mas normalmente mortais. Se na trilha passar um ser humano certamente será também atingido.
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Detalhe da corda é que é esticada. O animal empurra a corda que aciona o gatilho.
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Chifres de vários animais encontrados mortos ou apreendidos com caçadores.
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Couro de veados.
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Couro de jacaré.
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Uma grande tarrafa: pesca predatória e crime ambiental. Pescador que pesca com tarrafa comete crime ambiental.
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Jequi de varas de bambu é um tipo de armadilha para caçar tatu. Ele entra mas não sai.
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Outro tipo de jequi de metel para capturar tatu.
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Em busca de comida o animal entra. Mas para sair as pontas do arame são como lanças ferinas que impedem a saída do bicho.
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O educador ambiental responde perguntas dos visitantes.
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Casco enorme de tartaruga da Amazônia.
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"Quem visita o Stand do Batalhão Ambiental encontra exposto um rico acervo de exemplares de animais da fauna silvestre brasileira taxidermizados, (empalhados) que neste caso trata-se de animais da fauna silvestre brasileira que foram encontrados mortos nas estradas do Estado atropelados por veículos.
Entre os exemplares: mamíferos, répteis, anfíbios e insetos. Além da exposição visual deste material, folders explicativos ao público visitante versando sobre temas específicos como: Dicas Náuticas, Desmatamentos, Fauna, Pichar é crime ambiental e Uso do fogo." (Trecho de site do Batalhão Ambiental)
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Animais conservados em álcool e água.
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"Caititu: O caititu é erroneamente chamado de porco-do-mato devido à sua aparente semelhança com os javalis. Entretanto, várias características anatômicas o tornam diferente, tais como a presença de uma glândula odorífera na região dorsal e de uma cauda vestigial de 15 a 55 mm." (Wikipédia)
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Tamanduá-Bandeira em pé. Normalmente ele fica nessa posição quando se sente ameaçado. Fica pronto para fazer sua defesa. E o bandeira tem unhas grandes e fortes e é muito forte. Daí a expressão "Abraço de tamanduá".
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Crânio de anta.
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"Veado: Os pulos dos veados podem atingir até três metros de altura e nove metros de comprimento. Mas se não for possível saltar sobre os rios o animal pode atravessá-lo nadando. Eles podem ser vistos estáticos durante alguns segundos e logo após já estarem correndo a mais de 70 quilômetros por hora. No trajeto desviam-se de pedras, árvores e galhos" (Revista Cerrado)
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Tucanos: belos com seus bicos amarelo ou alaranjados. Destacam-se de longe. Mas também são predadores natos. Estão em galho de uma lixeira.
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Sucuarana: camuflagem perfeita para as cores do Cerrado seco. Difícil ver uma dessas durante o dia. Imagina percebê-la durante a noite...
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Papagaio. Com periquitos e araras dão colorido especial aos cerrados, além do som característico durante as manhãs e tardes.
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Close na capivara com seu olhar assustado. Presa de predadores como a onça, presa também do ser humano que não respeita as leis ambientais.
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Van da equipe de Educação Ambiental do Batalhão de Polícia Militar Ambiental.
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Cena muito comum nas estradas de Goiás: tamanduá morto cercado de urubus. Mas muitos atropelamentos desses animais poderiam ser evitados com mais atenção dos motoristas. Mais ainda se os habitats naturais desses animais não fossem tão transformados. Com a expansão da agricultura nos cerrado fica cada vez mais restrita as áreas para esses animais viverem. Ao buscar novas áreas com comida e água atravessam estradas e são atropelados.
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Crânio de javali. "Os javalis são animais de grandes dimensões, podendo os machos pesar entre 130 e 250 kg e as fêmeas entre 80 e 130 kg. Medem entre 125 e 180 cm de comprimento e podem alcançar uma altura de 100 cm. Os machos são consideravelmente maiores que as fêmeas, além de terem dentes caninos maiores." (Wikipédia)
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"Tatu é descendente do animal pré-histórico Gliptodonte que viveu na Era Terceária, há 60 milhões de anos, e tinha até três metros de altura. De hábitos noturnos, permanece na toca que abre com suas poderosas unhas, durante todo o dia, e somente à noite saí pelos cerrados." (Revista Cerrado)
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Banner sobre queimadas
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Cabeça de pirarucu
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Boca imensa.
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"Jatobá: O fruto é um legume indeiscente, de casca bastante dura. Cada legume costuma ter duas sementes e é preenchido por um pó amarelado de forte cheiro, comestível, com grande concentração de ferro, indicado para anemias crônicas. Doces feitos com esta farinha eram muito comuns até o século XIX." (Wikipédia)
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Close na ema: o macho é que choca os ovos e protege os filhotes.
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Close nos filhotes de ema: rápidos e espertos.
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Banner no estande do Batalhão Ambiental.
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Banner no estande
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Tartaruga. Pesca proibida por lei. Quem se arrisca corre risco de responder criminalmente.
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Crânio de jacaré-açu. Pesadíssimo. Pela estrutura e peso dá para imaginar a força de uma mordida desse predador. Mesmo assim vítima de caçadores.

"O jacaré-açu é uma espécie de jacaré exclusiva da América do Sul. Também conhecido como jacaré-negro, é um predador de topo de cadeia alimentar; exemplares adultos de grandes dimensões podem predar qualquer animal de seu habitat, inclusive outros predadores de topo se forem surpreendidos por esse animal (como onças, pumas, jibóias e sucuris). Normalmente se alimenta de pequenos animais como tartarugas, peixes, capivaras e veados. É uma espécie que esteve à beira da extinção devido ao valor comercial do seu couro de cor negra e da sua carne. Atualmente encontra-se protegido e sua população encontra-se estável no Brasil. É a maior espécie de jacaré, com tamanho médio de 3,5 metros e mais de 300 kg. Já foram encontrados exemplares com mais de 5,5 metros de comprimento e possivelmente meia tonelada." (Wikipédia)

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Leia também:

O Museu de José Hidasi
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