15/04/2010

ARAGARÇAS - GOIÁS
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Educação Ambiental

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e Vigilância Sanitária
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Trabalho de educação ambiental com palestra em Aragarças. Trabalho da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos - Semarh, solicitado pela Secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária de Aragarças.

Palestra sobre meio ambiente e os resíduos líquidos e sólidos no Fórum de Aragarças durante o I Seminário de Ações em Vigilância Sanitária de Aragarças.

Comerciantes, moradores, servidores públicos e estudantes no auditório do Fórum de Aragarças.

Cerca de 100 pessoas participaram do evento.

Diretor do Núcleo de Vigilância Sanitária José Orlando desenvolve trabalho que busca adequação de depósitos de recicláveis em Aragarças. O objetivo é transferir os depósitos para área fora da cidade.

Coordenador Municipal de Meio Ambiente Gilmar Messias respondeu perguntas durante o I Seminário de Ações em Vigilância Sanitária de Aragarças.

Professor Gilmar Messias.

Gilmar Messias, José Orlando, Wagner Oliveira e o secretário de Saúde Vladimir Marcelo da Silva no encerramento da palestra.


Fiscal da Vigilância Sanitária Mariane Ferreira e a educadora ambiental Yuara Crescencio

Aragarças, Rio Araguaia e a Serra Azul de Barra do Garças, no Mato Grosso, ao fundo.

Motorista da Semarh Edimar

Palmeira imperial está em Goiás. A Serra Azul está no Mato Grosso. No meio o Rio Araguaia cortando Aragarças e Barra do Garças.

Avenida Beira Rio

A Praia Quarto Crescente fica logo abaixo da Avenida Beira Rio. No mês de julho local fica lotado de carros e pessoas durante a Temporada de Praia do Rio Araguaia.

José Orlando mostra um dos problemas que a Prefeitura de Aragarças está enfrentando. Há quem ainda joga lixo em ruas de bairros mais afastados.

Pneu, roupas, plásticos, pets que acumulam água parada e podem ajudar na transmissão de doenças como a dengue.

Lixo espalhado pelas ruas da periferia de Aragarças. A população precisa se conscientizar e ajudar na limpeza da cidade.

Há também o trabalho de catadores. Mas nem tudo é recolhido e prioriza-se recicláveis que são mais valorizados.

Separação de recicláveis. Mas prefeitura considera que local não está adequado e vai exigir mudanças.

José Orlando mostra local onde recicláveis são separados e enfardados. Há cobertura, prensa, mas ainda não é adequado. Parte dos recicláveis fica exposta a chuva e ao sol.

Fardos prontos com plástico e papel que vão direto para reciclagem em indústria.

Recicláveis de Aragarças que não terminaram no lixão e vão ter destinação correta.

Mas existe também o problema de outros locais na cidade que pessoas trabalham com os recicláveis mas tabém não estão em local adequado, sem cobertura, sem condições de salubridade: condições mínimas de trabalho e para não causar outros problemas como contaminação do solo.

Remédios podem contaminar o meio ambiente. A destinação correta não poderia ser essa nem mesmo das embalagens e em um local que trabalha com recicláveis. Avanços na legislação podem ocorrer com a aprovação da Lei Nacional de Resíduos Sólidos que já passou pela Câmara e segue para o Senado. Mas levou 19 anos só para ser aprovada na Câmara dos Deputados e ninguém sabe quanto tempo ainda vai tramitar e se será aprovada e sancionada.

Tudo a céu aberto em uma área próxima de uma nascente não pode ser considerado um bom trabalho de reciclagem.

Conhecemos de perto a realidade e apresentamos idéias e exemplos como o de Goiânia que já deu início a coleta seletiva e o de Paulínia, São Paulo, que utiliza usina Central de Gerenciamento de Resíduos que faz vários serviços além do aterro sanitário como biorremediação (tratamento de solo contaminado), usina de entulho (transforma entulho em areia ou brita), central de biogás e outros.

Muito diferente de só separar o reciclável.

E deixar exposto a chuva e ao sol.

O papel molhado pode perder valor e até não ter nenhum valor para a reciclagem. Então depois de ser recolhido nas ruas é preciso separar e cuidar dos recicláveis.

A indústria compra o papel devidamente separado e enfardado.

Recicláveis em locais inadequados colocam em risco a saúde pública de moradores de Aragarças.

O ferro que vem da terra e volta a terra. Mas para reciclar não pode ficar assim.

Copos de plástico em local inadequado, sem separação só pode ser mesmo lixo.

José Orlando mostra local onde a Prefeitura de Aragarças está fazendo adequação, urbanização.

Neste local matéria orgânica (restos de galhos e folhas de árvores) estão sendo depositadas na tentativa de conter erosões nas nascentes do córrego Rola.


Muitas residências de Aragarças estão cheias de recicláveis. Uma preocupação para a Vigilância Sanitária já que o material pode juntar água parada.

E água parada em tempo de chuvas pode ajudar e muito no aumento de mosquitos e na transmissão da dengue.

Carro de um dos moradores de Aragarças que utiliza sua própria residência para juntar os recicláveis antes de vendê-los. A população precisa se conscientizar e mudar hábitos, separando os recicláveis da forma correta e que não coloque em risco a saúde pública.

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