21/04/2009


O EXEMPLO DE CAMPESTRE

Venda de 

recicláveis rende 

pintura de colégio

Gestão participativa do Grupo Gestor mobilizando comerciantes, pais, alunos, prefeitura, Secretaria de Educação e Semarh resultou em pintura e adequações do Colégio Estadual Castelo Branco de Campestre de Goiás

É muito bom ver o resultado do trabalho ou melhor, da coleta seletiva. Aos alunos o mérito da conquista


O resultado da gincana da reciclagem melhorou a auto-estima de alunos, professores, servidores e pais de alunos. A reciclagem deu certo. 


O colégio recebeu pintura interna e externa e adaptações como rampas, passarelas e jardim (em formação). Próxima etapa agora é plantio de árvores. Os bancos já foram doados pelos comerciantes locais. Prefeitura de Campestre teve importante participação.

Meninas e meninos: todos juntos na gincana da reciclagem de Campestre de Goiás

Foto durante pintura do pátio, ainda sem pintura do piso. Meta agora é a cobertura do pátio.

Caminhão cheinho de recicláveis de Campestre

Diretora Walmiria Tomaz: "Melhorou a auto-estima de todos e também o visual do colégio"

Metal, plástico, pet, latinha. Tudo apareceu na gincana da reciclagem

Secretária Simône Borges e diretora Walmiria Tomaz

Cadeira abandonada em casa? Vai para a reciclagem para pintar o colégio. Melhor que ir pro lixão

Vice-diretora Lourdes Batista e alunos na pesagem do reciclável

Vários bags para separar os recicláveis

Duas equipes foram formadas. Os bags da equipe verde de um lado. Os bags da equipe azul do outro. Na parede os nomes dos alunos de cada equipe. O compromisso foi feito: quem vai arrecadar mais? Ou melhor, quem vai fazer maior coleta seletiva?

Hora de encher os caminhões com as quase 3 toneladas de recicláveis

Quem disse que é feio sair na foto próximo do lixo. Lixo NÃO! RECICLÁVEL.

Metal para reciclagem

Pai de aluna do colégio ajudou na coleta seletiva e pesagem dos recicláveis

A empresa que comprou os recicláveis foi buscar toda a coleta

Deu trabalho, mas valeu a pena e o aprendizado foi a maior recompensa


Palestra da Semarh na semana do meio ambiente de 2008: sugestão de realização da coleta seletiva e visita ao Aterro Sanitário de Goiânia

Palestras também nas escolas municipais da cidade.

Escola Nossa Senhora das Graças também recebeu palestra da Semarh

Visita ao Aterro Sanitário de Goiânia em agosto de 2008. O mau cheiro e a quantidade de lixo impressionaram os alunos de Campestre. Ficou claro que o caminho é realmente o da reciclagem.

Nossa. Mais de 70 metros de altura de desperdício. Quanto reciclável perdido. Mais de 1 milhão e 200 mil quilos de lixo por dia depositado nesse morro que já é visto a dezenas de quilômetros. É possível avistá-lo de várias partes de Goiânia. 

Chorume não é nada cheiroso. rsrsrsrs.

Palestra no Aterro Sanitário de Goiânia  

Visita a cooperativa de catadores de recicláveis no Conjunto Vera Cruz, em Goiânia. Aqui o reciclável tem valor

Fardo com mais de 1000 pets já prensado pronto para ser transportado para indústria

Prensa no Conjunto Vera Cruz: milhares de pets no menor espaço possível


Gravação de paródias sobre recliclagem em estúdio de gravação


As paródias viraram CD que foi executado na cidade por meio de carro de som: "Vamos embora reciclar. Para o mundo melhorar... Mas se você quiser me acompanhar. É só o seu lixinho reciclar. Vamos embora reciclar. Para Campestre melhorar. E com a dengue acabar" 

Seminário dos alunos do Colégio Estadual Castelo Branco sobre a reciclagem na Escola Nossa Senhora das Graças: momento de mostrar tudo que aprenderam

Alunos da Escola Nossa Senhora das Graças durante o seminário dos alunos do Castelo Branco

Professores de Campestre com caneta na mão. Anotaram tudo porque tudo seria cobrado em seminário de alunos. Professores Zelia Maria, Simône Borges, Larissa Cristina (aluna), Wes Cley Garcia e Miriam Bidu

Chegada ao Aterro Sanitário de Goiânia para ver a palestra ministrada por funcionário do próprio aterro

Queima do gás metano no Aterro Sanitário de Goiânia. Ainda mal aproveitado porque o metano é altamente tóxico e poderia ser aproveitado como combustível.

Olha a alegria da turma dentro do ônibus de Campestre na subida do Aterro Sanitário de Goiânia. Oportunidade de ver in loco o que não se deve fazer: jogar R$RECICLÁVEISR$ fora. Milhões, bilhões desperdiçados pelo Brasil e no mundo e a saturação de aterros sanitários e contaminação em lixões.


COMENTÁRIO 25:


Em 26-04-2009

(Comentário sobre Venda de recicláveis rende pintura de colégio)

"Professores... Parabéns pela iniciativa. Isso é educação de verdade."

Valter Cardoso - Itajaí - Santa Catarina

http://valtergeografia.blogspot.com/


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MATÉRIA PUBLICADA EM:

Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008


Colégio arrecada

mais de 3 toneladas

de recicláveis


Bandeira da gincana utilizada na gincana, divulgada na internet: orkut, blog e e-mails

A gincana contou até com uma passeata no dia 24 de outubro que pediu à comunidade para continuar separando os recicláveis. Em todo o trajeto um carro de som executou as paródias criadas e gravadas em estúdio pelos próprios alunos, com participação também de professores e da diretora.


Mais de 3 toneladas em menos de 3 meses: renderam mais de R$ 800,00

Gincana foi sugerida

em palestra de

educação ambiental

da Semarh-GO

O Colégio Estadual Castelo Branco da cidade de Campestre (cerca de 50 km de Goiânia) arrecadou mais de três toneladas de recicláveis durante a realização da I Gincana da Reciclagem de Campestre. A arrecadação ocorreu em pouco mais de três meses e contou com a participação de estudantes, servidores do colégio e comunidade.

Foram arrecadados mais de três 3 mil quilos e a expectativa é de obter nos próximos dias mais de 800 reais com a venda dos recicláveis. O valor será aplicado na finalização das obras do laboratório de informática do colégio.

A idéia de realização da Gincana da Reciclagem em Campestre foi sugerida no Dia do Meio Ambiente em palestra do educador ambiental Wagner Oliveira da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos - Semarh. Com a sugestão, a diretora do Colégio Estadual Castelo Branco - Campestre - deu início a gincana que desde o início teve grande motivação e participação dos estudantes.

O maior volume de recicláveis Foi de sucata, pet, papelão, vidros e plásticos. Cerca de duas toneladas foram de sucata de fogões, portas, mesas, rodas e baterias de carros. Surpreendeu a arrecadação de um portão em bom estado de conservação que foi reaproveitado como grade da porta do laboratório de informática do colégio.

Palestra no Aterro

Sanitário de Goiânia

A gincana teve o objetivo de conscientizar os alunos e a comunidade da importância da seleção do lixo para reciclagem, promover a integração entre comunidade e escola, socialização e formação de hábito de todos sobre a necessidade de dar destino correto para o lixo produzido.

A diretora Walmiria Tomaz considerou a primeira Gincana da Reciclagem de Campestre um sucesso e anunciou para o próximo ano de 2009 a segunda edição. A expectativa é que em 2009 sejam arrecadadas mais de 10 toneladas de recicláveis já que outras escolas estão sendo convidadas a participar do Projeto do Colégio Estadual Castelo Branco. “Precisamos repensar nossas atitudes diante da sociedade a respeito da degradação do meio ambiente e o que isso implica no futuro”, diz Walmiria Tomaz.

Foram realizados vários eventos organizados de maneira que não prejudicassem os conteúdos escolares, mas que enriquecessem, por meio de documentários, teatros, criação de paródias e elaboração de seminários nos quais os alunos foram avaliados. Os estudantes apresentaram os seminários em outras duas escolas da cidade, demonstrando tudo que aprenderam.

Exemplo: a melhor forma de ensinar

Visita às lagoas de decantação do Aterro Sanitário de Goiânia

Para conhecer bem o problema causado pela não reciclagem de lixo os estudantes de Campestre fizeram antes da gincana uma visita ao Aterro Sanitário de Goiânia e ao Ponto de Entrega Voluntária - PEV do Conjunto Vera Cruz.

No local tiveram palestra e puderam ver os dois destinos dados aos rejeitos da sociedade: reciclagem com geração de renda, empregos e reaproveitamento de matéria-prima ou desperdício com apenas compactação em imensos aterros.

A diretora Walmiria Tomaz disse que a gincana foi muito importante para os alunos da escola e comunidade de Campestre porque iniciou o processo do ‘despertar’ da consciência coletiva em relação à degradação do meio ambiente, causado pelo destino incorreto do lixo produzido; diminuiu os focos do mosquito da dengue, ocasionado pelo acúmulo de água no lixo e integrou também a comunidade à escola. “A semente foi plantada, agora é não deixá-la morrer”

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