05/05/2010

VI Ciência para a vida - 68 fotos
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Agricultura em sintonia
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com o meio ambiente
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Semente de tucumã, óleo de buriti, óleo de dendê e óleo de babaçu são exemplos de biocombustíveis apresentados na VI Ciência para a vida, evento da Embrapa de Brasília que participei no último final de semana. Alternativas na busca da sustentabilidade em relação a combustíveis. E diante de um mundo que caminha para 1 bilhão de carros - e a maioria utilizando combustíveis fósseis como a gasolina - as alternativas são bem vindas.

Fibra de coco que pode ser utilizada para fazer "xaxim" e não só virar lixo. Reaproveitamento que evita extração desenfreada do xaxim na natureza que pode levar à extinção da espécie.

Produtos cultivados sem agrotóxicos. Uma batalha grande dos agricultores e pesquisadores já que sem os agrotóxicos as plantas ficam vulneráveis a pragas.

Artesanato com bordados com temática ambiental: fauna e flora do cerrado. Agregando valor, defendendo o meio ambiente e gerando empregos.

Lobo guará bordado na camiseta.

Área com reflorestamento dentro da sede da Embrapa em Brasília. Exemplo de que é possível reflorestar uma área desmatada com espécies do bioma.

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Produção de tomate com menos agrotóxico. De acordo com com a Anvisa, 40% dos tomates estão contaminados com agrotóxicos. Então alternativas para diminuir o agrotóxico são bem vindas. Mas melhor não seria sem agrotóxicos? Seria, mas para a grande produção isso ainda é impossível. Até mesmo na exposição da Embrapa observei que havia plantas com doenças nas folhas. Não é fácil produzir com qualidade sem ataques de insetos e doenças. Para isso, cada vez mais pesquisas devem ser feitas.

O exemplo do tomate saudável produzido com menor quantidade de agrotóxicos.

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Plantas medicinaisNa exposição da Embrapa foram apresentadas várias espécies de plantas medicinais. Abaixo destaco a Embaúba e a mamacadela. Mas nesta horta de medicinais também estavam expostas outras como a arnica que é encontrada na Serra de Caldas Novas, dentro do Parque Estadual.

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Óleo de buriti: exemplo de biocombustível que pode ajudar na preservação dos buritis ou na destruição dos buritizais. Tudo depende do uso que deve ser sustentável. Mas com tanta pesquisa não será na extração que o homem vai falhar. E a história mostra que muitos animais não foram extintos porque o homem viu neles utilidades. Se o buriti não tiver utilidade pode ser extinto mesmo. Mas como fornece frutos deliciosos para fabricação de doces, picolés, sorvetes e até combustível a espécie mostra que é importante ser preservada. Preservando o buriti preservamos também muitas veredas que são importantes e funcionam como caixas d'água no cerrado retendo a água da chuva e liberando aos poucos durante o ano todo.




Girassol






Combustíveis fósseis são finitos. Com uso tão intensivo um dia vai acabar. A vida do homem dependendo de combustíveis não pode ficar restrita a combustíveis fósseis. Está aí a importância dos biocombustíveis.

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Alternativa: sisal já está sendo utilizado em componentes automobilísticos



Artesanato com palha de milho colorida. Novas opções para reaproveitamento e geração de renda para comunidades. Em Goiás temos como exempo de produção desses artesanatos em Olhos D'Água, Alexânia.

Curauá já é utilizado como alternativa para a fibra de vidro


Palha de milho com várias colorações possibilitam ao artesão destacar roupas, cor de pele, adereços ou detalhes.

Artesanato com parte inferior da folha do buriti. Preço R$ 200 a R$ 300. Paga quem valoriza o trabalho. E os artesãos estão sempre vendendo sua arte.



Artesanato com palha de milho: flores, rosas do cerrado.

Artesanato com cabaças. Valor: R$ 20 reais.

A artesã Tânia Rosa Garcia e sua produção a partir de cabaças.

Decoração com cabaças e palmeiras.

A artesã Deise Lemos de Almeida e sua produção.

Porta incensos construídos a partir de palmeiras como jerivá ou ouricuri.

Valores que variam de R$ 40 a R$ 60 reais.

Licor de caju entre o licor de chocolate e tamarino.

Licor de Araticum: agregando valor a frutos do cerrado o cerrado não é destruído somente para fabricação de carvão - o que foi muito comum no passado.

Produtos orgânicos. Produtores garantem que não são utilizados agrotóxicos. Saudáveis e em sintonia com o meio ambiente.

A cada dia mais qualidade com os produtos orgânicos. Bom para o meio ambiente e ótimo para a saúde.

Camisetas com temática ambiental e principalmente do cerrado. Trabalho do grupo de bordadeiras As Três Baianinhas.

Camisetas com representação da fauna do cerrado. Preço: R$ 48 reais.

Árvore bordada em toalha. Preço: R$ 30 reais.

Beija-flor bordado em jogo americano de R$ 45 reais.


Tatu bordado na camiseta que custa R$ 48 reais. A vendedora explica. Quem valoriza o trabalho compra. Enquanto isso, artesãs ganham a vida e ao mesmo tempo defendem o cerrado e o meio ambiente com essa temática.


Tamanduá-bandeira bordado na camiseta. Um animal do cerrado que ingere milhares de cupins com sua língua comprida e pegajosa. Cupins então não são tão maus para o meio ambiente. O problema é o desequilíbrio causado pelo homem que atropela os tamanduás nas estradas ou acaba com o cerrado desmatando o campo limpo, campo sujo, cerrado stricto sensus, cerradão. Sem habitat o tamanduá sai em busca de comida e morre nas estradas. Sem tamanduá os cupins proliferam sem o seu predador maior. O equilíbrio é o ideal.

Fiquei encantado ao ver dezenas de beija-flores desses no Parque Estadual de Pireneus, cerca de 150 quilômetros de Goiânia. Beijando as flores eles vão fazendo a polinização e conseguem em troca o néctar de que tanto precisam para manterem seus vôos que dependem de muita energia.

Um ipê-amarelo do cerrado bordado na almofada de R$ 120 reais.

Tamanduá Bandeira bordado na almofada.

Equilibrio é viver de bem com a natureza.

A onça pintada que a cada dia se vê mais ameaçada sem seu habita original.

Almofadas com temática ambiental e de preservação do cerrado.

Florestas. Foto da instalação ou decoração de uma das salas da exposição Ciência para a Vida da Embraba, em Brasília.

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02/05/2010

Ciência para a vida

VI Exposição de tecnologia agropecuária
da Embrapa em Brasília


Participei da VI Exposição de tecnologia agropecuária da Embrapa em Brasília. Evento atrai principalmente agrônomos e expositores de todo o país. Mas é nesse momento que é possível ver o que está sendo feito para melhorar a agricultura que consome 70% da água doce e se praticada de forma insustentável causa graves problemas ambientais. O tomate é um dos vilões quando se fala em quantidade de agrotóxicos e na exposição foi apresentado cultivo com baixo uso desses defensivos. Na foto o óleo de buriti. Mas também consegui uma entrevista interessante com um pesquisador que desenvolveu a forma de extrair o máximo do pequi, agregando mais valor ao produto. Ainda artesanato com temática ambiental e novas receitas para melhor aproveitar frutos do cerrado. Veja em breve aqui em Educação Ambiental em Goiás.
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29/04/2010

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Educação Ambiental. .
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na Escola de Aplicação


A aluna Ágata Raiene, 10 anos, assistiu a palestra e depois veio conferir de perto a latinha de cerveja com quase 40 anos de fabricação que ficou por décadas dentro do Rio Araguaia como lixo e hoje é apresentada nas palestras de educação ambiental: lixo do nosso avô, herança indesejada.
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O menino angolano Jedidiah, 6 anos, há apenas dois meses no Brasil, confere o bico do tucano, ave linda que habita os cerrados. Esse tucano morreu atropelado por uma carreta ao atravessar a estrada em vôo muito baixo.
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Cerca de 600 estudantes do Colégio de Aplicação - IEG participaram da palestra de Educação Ambiental da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos - Semarh.
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Essa turminha ficou muito atenta a cada informação.

E essa não perdeu nenhum detalhe.

As alunas Estefani Carlos, 7 anos e Amanda Pereira, 8 anos, ficaram encantadas com os fantoches do peixinho e do cachorrinho do mato. Sem rios os peixes podem acabar e sem cerrado o cachorro do mato, o cachorro vinagre, o lobo guará também podem não mais serem encontrados na natureza.
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A importância de preservação do meio ambiente para a preservação da nossa própria vida.
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Todos juntos acompanhando cada detalhe com muita atenção.
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Professora Neuza durante a palestra fazendo a tradução para alunos com necessidade auditiva. Todos puderam acompanhar tudo.
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Sami, 9 anos e Rodrigo, 9 anos acompanharam a palestra com a tradução da professora Neuza.
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Sobre o nosso Cerrado e suas características.
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Não só beleza mas também importância econômica para o Estado.
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Momento de descontração.
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As novas gerações precisam ver de outro ângulo a questão ambiental. Não podem repetir os erros das gerações do passado.
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A chuva é muito importante no meio ambiente. Ela cai na terra, infiltra...
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A pedagoga e educadora ambiental Yuara Crescencio
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Atenção redobrada dos maiorzinhos.
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Conhecer para preservar e preservar para conhecer.
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Olha só o tamanho da preguiça gigante que já habitou o cerrado e hoje está extinta.
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Ao final da palestra os alunos vieram ver de perto a latinha de cerveja de quase 4 décadas de fabricação encontrada como lixo dentro do Rio Araguaia.
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A professora e coordenadora do vespertino Ênia Nilce de Oliveira e Yuara Crescencio.
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A última turminha chegando para a palestra.
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Yuara Crescencio entre os alunos.
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Tudo pronto para começar outra palestra no mesmo dia.
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A Escola de Aplicação fica no Setor Leste Vila Nova, em Goiânia.
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Essa turminha participou bem da palestra. Cada um queria dar sua opinião: a água contaminada com lixo transmite doenças, disse uma aluna.
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Todo mundo bem pertinho no meio ambiente.
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Que alegria.
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A latinha de aluminio que é 5 ou 6 vezes mais velha que cada criança. Lixo do nosso avô que não preservou o meio ambiente no passado.
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A participação dos alunos contando suas experiências com o meio ambiente.
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Um sorriso para Educação Ambiental em Goiás.
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As meninas da Escola de Aplicação em Goiânia.
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No mundo há vários lagos e rios secando e vários já perderam quase toda a água. Práticas insustentáveis que afetam o clima e a nossa vida. Estefani e Amanda procuraram até encontrar onde estava Goiânia no mapa. No meio ambiente tudo está interligado e o que ocorre em Goiás pode afetar o mundo tal como o que ocorre em outro país pode afetar também o meio ambiente do nosso país.
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Professora Ênia Nilce, Yuara Crescencio e a professora Marilene Soares que solicitou a palestra de Educação Ambiental da Semarh enviando ofício da Escola de Aplicação.
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A professora Ênia Nilce fez a apresentação da equipe de educação ambiental da Semarh.
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Hora da dinâmica com as musiquinhas.
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Todos juntos.
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Plantar mais árvores.
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Temos de conter o desmatamento.
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Conhecer o cerrado para preservá-lo.

Olha a foto.

A chuva traz vida para a Terra, vida para os rios, vida para os animais e vida para nós mesmos. Viva a chuva.

Uma pose da Escola de Aplicação para Educação Ambiental em Goiás.
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Filha da diretora Normy Maria da Cunha também assistindo a palestra de educação ambiental.
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Mais alunas da Escola de Aplicação no final da palestra. A mensagem foi passada.
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