20/08/2010

Recreadores do hotel Privé de Caldas Novas e funcionários de todas as áreas assistiram palestras de educação ambiental para implantação de coleta seletiva de recicláveis
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O trabalho de sensiblização da Semarh atendeu pedido do Hotel Privé
. Lixeiras para separação dos recicláveis já estão em várias partes do Hotel Privé
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O tema das palestras de Wagner Oliveira foi lixo e recicláveis. A importância da separação na contribuição com o meio ambiente
. Parte interna do Hotel Privé com piscinas de água quente
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Equipe do Hotel Privé: João Umberto, Uênio Antônio, Glauco Tito e futura esposa Isabel
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Engenheiro Ambiental e Técnico Responsável do Hotel Privé Glauco Tito (de verde) e Domingos Xavier dos Santos que vai fazer o direcionamento dos recicláveis para a indústria
. Hotel Privé está qualificando seus funcionários com educação ambiental para implantação de coleta seletiva de recicláveis
. Caldas Novas precisa seguir exemplos de países desenvolvidos que tratam seus resíduos reaproveitando matéria-prima, gerando energia e preservando o meio ambiente
. O grande potencial turistíco das águas quentes exige a melhor destinação dos rejeitos gerados e a própria legislação estadual e federal já faz essa exigência. Enquanto a coleta seletiva não é implantada em toda a cidade de Caldas Novas o Hotel Privé faz sua parte
. João Umberto, Yuara Crescencio, Glauco Tito, Wagner Oliveira, André Luiz e Odália Machado
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Gerente de Produção da Serra das Caldas Mineração João Umberto e o gerente de Operação do Hotel Privé Uênio Antônio
W. Wagner Oliveira, Yuara Crescêncio, o gerente de Educação Ambiental André Luiz e Odália Machado

Yuara Crescencio e o Bob Esponja
. Recreador do Hotel Privé. Um dos que vai trabalhar educação ambiental com hóspedes durante o ano todo
. Bob esponja também faz parte da equipe de recreação do Hotel Privé que vai fazer o trabalho de educação ambiental com hóspedes
. Funcionários do Hotel Privé assinam lista de presença: compromisso com a coleta seletiva na empresa. Aprendizado que vai chegar a casa de cada um também.
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Belo Monte será
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"uma vergonha"


Washington Novaes - O Estado de S.Paulo

O noticiário dos últimos dias sobre o projeto de implantação da Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, torna ainda maior a perplexidade diante da indiferença, surdez mesmo, com que os órgãos do governo federal envolvidos no projeto recebem as numerosas exigências de esclarecimentos que a sociedade tem feito. Na sexta-feira da semana passada, enquanto índios, ribeirinhos, pequenos agricultores e pescadores, além de especialistas da Universidade do Pará, manifestavam sua inconformidade com o projeto - e chegavam, os acadêmicos, a afirmar que ele não é necessário nem mesmo em termos de energia -, anunciava o Ministério de Minas e Energia (amazônia.org, 13/8) que o contrato de concessão para a "usina de 11.233 MW" pode ser assinado ainda este mês, ou seja, antes mesmo que o Ibama conceda a licença de instalação. Também se anunciava que o contrato de concessão com 11 construtoras - agora incluindo três das maiores do País - "terá seu valor reduzido em cerca de R$ 4 bilhões, para R$ 15 bilhões" (Estado, 15/8). Ou seja, o valor estimado da obra já passou de R$ 9 bilhões para R$ 15 bilhões, para R$ 19 bilhões, para R$ 30 bilhões e agora retorna a R$ 15 bilhões. Que precisão! Quanta confiabilidade desperta no cidadão que paga impostos e no contribuinte dos fundos sociais que bancarão os custos!

Em artigos anteriores neste espaço (25/9/2009 e 5/2/2010, entre outros) já foram mencionados muitos argumentos que questionam a obra. A começar pela sua desnecessidade, deduzida de estudo da Unicamp/WWF que mostra a possibilidade de o Brasil poder ganhar metade da energia que consome hoje se fizer programas de conservação e eficiência energética, redução das perdas nas linhas de transmissão e repotenciação de geradores antigos. A subestimação dos custos ambientais, sociais e financeiros da obra na licitação. A superestimação - apontada por um painel de 38 especialistas - do potencial da usina, onde a produção poderá cair para apenas 1 mil MW na estiagem. A destinação de praticamente toda a energia ao setor de eletrointensivos exportados, que exige subsídios. O próprio Ipea, que pertence ao governo federal, em seu Boletim Regional, Urbano e Ambiental de julho de 2009, questiona projetos como esse, que não contribuem "para reduzir desigualdades regionais e sociais, não internalizam todos os custos, contribuem para o inchaço de cidades desprovidas de infraestruturas, para o desflorestamento, para perdas da diversidade biológica e cultural, para redução do fluxo hídrico, para a geração de contaminantes do solo, da água e do ar".

Nada disso comove. O ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão chegou a atribuir a "intenções demoníacas" tais questionamentos. E o presidente da Empresa de Pesquisas Energéticas, Maurício Tolmasquim, continua a afirmar (Estado, 28/7) que o País precisa agregar 63 mil MW à sua potência instalada, em cinco anos - embora o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues diga (Estado, 11/6) que o Brasil desperdiça energia equivalente a três usinas de Belo Monte com o não-aproveitamento do bagaço de cana.

Agora, mais um grave questionamento. A edição de junho/julho de 2010 do Jornal do Instituto de Engenharia de São Paulo traz, em duas páginas, uma "Opinião" na qual afirma que "a construção do referido aproveitamento hidrelétrico está longe de ser do interesse nacional". Com base em números expostos pelo engenheiro Walter Coronado Antunes, ex-presidente da Sabesp e ex-secretário de Obras e Meio Ambiente do Estado, mostra o boletim que em anos de vazões mínimas, nos meses de julho a dezembro, estas podem ficar entre 444 m3 e 1.417 m3 por segundo; nos anos de vazão média, nesses mesmos meses, elas podem situar-se entre 1.066 m3 e 3.730 m3 por segundo.

Surge o primeiro problema, já que é preciso manter vazão mínima de 1 mil m3/segundo no leito original do Rio Xingu para "assegurar a sobrevivência das populações ribeirinhas indígenas e não indígenas ali radicadas". Para tanto será indispensável que funcionem seis máquinas da casa de força complementar, com o uso de vazão total de 1.920 m3/segundo. Mas as vazões previstas tanto para anos de vazão média quanto de vazão mínima não asseguram a manutenção do fluxo mínimo do rio necessário para aquelas populações. Chega-se a um quadro complicado: "Nos anos de vazões médias a casa de força complementar, nos meses de agosto a novembro, será obrigada a gerar energia com todas as suas turbinas, a plena carga, para manter as vazões aceitáveis ambientalmente no trecho morto da Grande Curva do Rio Xingu"; nesses meses "a casa de força principal não terá água para funcionar nenhuma turbina (estarão parados os 18 grupos de turbinas-geradores, no total de 11 mil MW)"; por isso, "nos anos em que ocorrerem vazões mínimas, Belo Monte será desastroso; durante oito meses a água não será suficiente para acionar a plena carga nem mesmo a casa de força complementar; ficarão paradas todas as unidades geradoras da casa de força principal, com 11 mil MW de potência instalada, durante esses oito meses"!

E a "conclusão final" é de que, com o custo de implantação de Belo Monte chegando a pelo menos três quartos do custo de implantação da Usina de Itaipu, mas gerando "apenas um quarto da produção anual de Itaipu (...), não é possível viabilizar-se a construção do aproveitamento hidrelétrico de Belo Monte, em razão da sua baixíssima produtividade, sem que o Tesouro Nacional seja levado a investir, a fundo perdido, por meio das empresas públicas que compuserem a parceria público-privada que for vencedora do leilão e operação do pior projeto de engenharia da história de aproveitamentos hidrelétricos do Brasil e talvez da engenharia mundial. Uma vergonha para nós, engenheiros".

É grave, muito grave. Não podem continuar sem resposta os questionamentos. Principalmente este, partindo de um órgão que expressa pensamento da engenharia.

Washington Novaes é jornalista

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15/08/2010

Simpósio no Cerrado
em Rio Quente

Performance artística com Rick Jader – Secult – Goiânia, durante o encontro regional de Rio Quente do 16º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado que será realizado em novembro em Goiânia.
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Evento no Hotel Thermas Paradise
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Sementes de reflexão sobre o Cerrado
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Pintura na abertura do evento
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O cerrado envolvido pela cor amarela do fogo?, o cerrado em chamas?, o cerrado continua pedindo reflexão.
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Momento do Hino Nacional Brasileiro
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Público presente
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Composição da mesa com autoridades locais e palestrantes Clarismino Luiz Pereira e Marco Antônio Vezzani
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Público presente viu a apresentação de vídeos que mostram a realidade do cerrado
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Arranjo em um cipó representa o cerrado com sementes, frutos, borboletas, aves e muita vida dependendo da sobrevivência do bioma ameaçado
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Palestra de Clarismino Luiz Pereira - presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente de Goiânia
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Equipe da Prefeitura de Rio Quente e da Sociedade Ambientalista Brasileira no Cerrado - SABC: Maysa Toledo (de marrom) e o presidente da SABC Marco Antônio Vezzani ao lado do Secretário de Meio Ambiente de Rio Quente Adeir Joaquim Lourenço (com microfone). Evento conta com a parceria da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos - Semarh/Gerência de Educação Ambiental.

Veja como foi a programação AQUI
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10/08/2010

Cursos Ciranda da Arte

Clique no cartaz para ler ampliado
Teatro - Música - Contação de histórias - Dança - Artes visuais
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Encontro Regional SABC

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NIQUELÂNDIA

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02/09/2010 (quinta feira)

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Local: Cine Teatro do Centro de Convenções Paulo Rocha

Endereço: Rua da Cruz S/N, Centro - Niquelândia – Go

Informações: Secretaria Meio Ambiente de Niquelândia

Fone: (62) 3959-7089/8119-2051

PROGRAMAÇÃO

08h – Café no Cerrado

08h30min – Abertura

  • Apresentação cultural
  • Composição da Mesa

· Hino Nacional

· Boas Vindas

09h às 11h – Palestras

· Gestão Municipal Ambiental

Adv. Clarismino Luiz Pereira Junior – Presidente – AMMA

  • Legislação do SISNAMA

Representante do Ministério Público do Estado de Goiás

11h – Debate

12h – Intervalo – Almoço

14h – Apresentação de Vídeo

14h30min – Palestra

  • Biodiversidade do Cerrado: caracterização e situação atual

Prof. Ms. Roberto Malheiros - PUC GO

16h – Debate

16h30min – Café no Cerrado

17h - Encerramento

Realização: SABC

Coordenação: AMMA

Prefeitura de Niquelândia

Secretaria Municipal de Meio Ambiente

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X Semana do Folclore
Clique no cartaz para ler ampliado

26 a 28 de agosto de 2010

No Memorial do Cerrado da PUC Goiás


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09/08/2010

VÍDEO
“Já se perguntou de onde vem todas as coisas que compramos e para onde vão quando nos desfazemos delas? Os livros diziam que as coisas se deslocam ao longo de um sistema da extração para a produção, para a distribuição, para o consumo e para o tratamento de lixo. Isso tudo se chama economia de materiais. Estudei um pouco mais. Passei 10 anos viajando pelo mundo atrás de pistas de onde vem as nossas coisas e para onde vão. E sabe o que descobri? Essa não é toda a história. Falta muita coisa nessa explicação. Nesse sistema parece que está tudo bem. Mas na verdade é um sistema em crise porque trata-se de um sistema linear. E nós vivemos em um planeta finito. E não se pode gerir um sistema linear em um planeta finito.” Veja abaixo o texto completo nas três partes do vídeo A História das Coisas com Annie Leonard. Vale a pena.

Parte 1


Parte 2


Parte 3

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Produção mais limpa
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Guia para baixar
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“O princípio básico da metodologia de Produção mais Limpa (PmaisL) é eliminar a poluição durante o processo de produção, não no final. A razão: todos os resíduos que a empresa gera custaram-lhe dinheiro, pois foram comprados a preço de matéria- prima e consumiram insumos como água e energia. Uma vez gerados, continuam a consumir dinheiro, seja sob a forma de gastos de tratamento e armazenamento, seja sob a forma de multas pela falta desses cuidados, ou ainda pelos danos à imagem e à reputação da empresa.
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Por isso, este Guia para a Produção mais Limpa – Faça Você Mesmo - foi desenvolvido para orientar os empresários na aplicação de uma metodologia que vai ajudá-los a repensar a geração de resíduos em suas empresas e a ganhar dinheiro com isso.
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O Guia começa mostrando como identificar e quantificar os resíduos e perdas gerados no processo produtivo. Em seguida, ensina a avaliar as matérias-primas, água e energia consumidas e a montar balanços de massa e de energia, nos quais os custos das matérias-primas e insumos são relacionados aos custos dos resíduos gerados. Finalmente, mostra como a análise desses balanços permite identificar oportunidades de Produção mais Limpa, as quais proporcionam benefícios para o meio ambiente e ganhos econômicos para a empresa, contribuindo para a economia de recursos naturais, a melhoria da imagem e o aumento de competitividade.” Leia o guia completo no link abaixo.
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Guia da Produção mais Limpa. Baixe AQUI.
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03/08/2010

30/07/2010

A história dos cosméticos
"É uma história sobre um sistema em crise. Nós estamos destruindo o planeta. Estamos destruindo uns aos outros. Meu Pantene contém um produto químico relacionado ao câncer. Muitos produtos do meu banheiro do protetor solar ao batom e até o shampoo de bebê contêm produtos químicos relacionados ao câncer ou a outros problemas como dificuldades do aprendizado, asma e até mesmo danos aos esperma. Descobri que meu banheiro é um campo minado de toxinas. Menos de 20% dos químicos dos cosméticos foram testados pelo comitê de segurança da indústria. Então não sabemos dos seus possíveis efeitos quando os usamos. Alguns são carcinogênicos, isso significa que causam câncer. Outros são neurotoxinas e toxinas que afetam o sistema reprodutor. Conhecidos por danificar o desenvolvimento do cérebro e a reprodução em animais. Fiz um exame do nível de toxidade no meu corpo e estou cheia de coisas como mercúrio, anti-inflamáveis, triclosano e chumbo. Até os bebês estão nascendo pré-poluidos."
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Veja o texto completo no vídeo abaixo de 8 minutos com legendas em espanhol. Para ver com legendas em português acesse http://vimeo.com/13735569
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19/07/2010


16º SIMPÓSIO AMBIENTALISTA
BRASILEIRO NO CERRADO

Encontro Regional
em Rio Quente

13/08/2010 (sexta feira)

Local: HOTEL THERMAS PARADISE
Endereço: Av. Goiás s/nº - B. Esplanada – Rio Quente – Goiás
Informações: (64) 3452-7020 – Secretaria Meio Ambiente Rio Quente

PROGRAMAÇÃO

08h – Café no Cerrado

08h30min – Abertura


• Reflexão: A Destruição do Cerrado
Performance artística com Rick Jader – SECULT – Goiânia
• Composição da Mesa
• Hino Nacional
• Boas Vindas

09h às 11h – Palestras

• Gestão Municipal Ambiental
Adv. Clarismino Luiz Pereira Junior – Presidente – AMMA

• Legislação do SISNAMA
Representante do Ministério Público do Estado de Goiás

11h – Debate

12h – Intervalo – Almoço

14h30min – Apresentação de Vídeo - Cerrado

15h – Palestra:

• Bioma Cerrado: História Evolutiva e Situação Atual
Prof. Dr. Altair Sales Barbosa – ITS/PUC-GO

16h – Mesa Redonda

16h30min – Café no Cerrado

17h - Encerramento
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08/07/2010

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
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Agora só falta
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sanção de Lula
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Djalba Lima

Um dos mais sérios problemas do país, que é a ausência de regras para tratamento das 150 mil toneladas de lixo produzidas diariamente nas cidades brasileiras, é o principal alvo de um projeto aprovado no último dia 7 pelo Plenário do Senado. O substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto de lei do Senado (PLS 354/89) que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos será encaminhado à sanção do presidente da República.

A proposta, que tramitou por 21 anos na Câmara dos Deputados, havia sido aprovada à tarde por quatro comissões do Senado, em reunião conjunta: Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Assuntos Econômicos (CAE), Assuntos Sociais (CAS) e Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, esteve presente durante a votação.

Lixões

O projeto proíbe a criação de lixões, nos quais os resíduos são lançados a céu aberto. Todas as prefeituras deverão construir aterros sanitários adequados ambientalmente, onde só poderão ser depositados os resíduos sem qualquer possibilidade de reaproveitamento ou compostagem. Será proibido catar lixo, morar ou criar animais em aterros sanitários. O projeto proíbe a importação de qualquer lixo.

Com 58 artigos que ocupam 43 páginas, a Política Nacional de Resíduos Sólidos apresenta algumas novidades, entre elas a "logística reversa", que obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a realizarem o recolhimento de embalagens usadas. Foram incluídos nesse sistema agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas (todas elas) e eletroeletrônicos.

Responsabilidade

Além disso, é introduzida na legislação a "responsabilidade compartilhada", envolvendo a sociedade, as empresas, as prefeituras e os governos estaduais e federal na gestão dos resíduos sólidos. A proposta estabelece que as pessoas terão de acondicionar de forma adequada seu lixo para a coleta, inclusive fazendo a separação onde houver coleta seletiva.

A proposta prevê que a União e os governos estaduais poderão conceder incentivos à indústria de reciclagem. Pela nova política, os municípios só receberão dinheiro do governo federal para projetos de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos depois de aprovarem planos de gestão. Os consórcios intermunicipais para a área de lixo terão prioridade no financiamento federal. As cooperativas de catadores de material reciclável foram incluídas na "responsabilidade compartilhada", devendo ser incentivadas pelo poder público.

Incentivo

Com os incentivos e as novas exigências, o país tentará resolver o problema da produção de lixo das cidades, que chega a 150 mil toneladas por dia. Desse total, 59% vão para os "lixões" e apenas 13% têm destinação correta, em aterros sanitários. Em 2008, apenas 405 dos 5.564 municípios brasileiros faziam coleta seletiva de lixo.

O projeto foi relatado, na CMA, por Cícero Lucena (PSDB-PB) e, na CCJ, na CAE e na CAS, por César Borges (PR-BA). Participaram da reunião conjunta, além dos integrantes das quatro comissões, os presidentes da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO); da CMA, Renato Casagrande (PSB-ES); e da CAS, Rosalba Ciarlini (DEM-RN).

Fonte: Agência Senado
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03/07/2010

Do Código Florestal
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para o Código
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da Biodiversidade

Por Aziz Ab’Saber*

Em face do gigantismo do território e da situação real em que se encontram os seus macro biomas – Amazônia Brasileira, Brasil Tropical Atlântico, Cerrados do Brasil Central, Planalto das Araucárias, e Pradarias Mistas do Brasil Subtropical – e de seus numerosos mini-biomas, faixas de transição e relictos de ecossistemas, qualquer tentativa de mudança no “Código Florestal” tem que ser conduzido por pessoas competentes e bioeticamente sensíveis. Pressionar por uma liberação ampla dos processos de desmatamento significa desconhecer a progressividade de cenários bióticos, a diferentes espaços de tempo futuro. Favorecendo de modo simplório e ignorante os desejos patrimoniais de classes sociais que só pensam em seus interesses pessoais, no contexto de um país dotado de grandes desigualdades sociais.

Cidadãos de classe social privilegiada, que nada entendem de previsão de impactos. Não tem qualquer ética com a natureza. Não buscam encontrar modelos técnico-científicos adequados para a recuperação de áreas degradadas, seja na Amazônia, seja no Brasil Tropical Atlântico, ou alhures. Pessoas para as quais exigir a adoção de atividades agrárias “ecologicamente auto-sustentadas” é uma mania de cientistas irrealistas.

Por muitas razões, se houvesse um movimento para aprimorar o atual Código Florestal, teria que envolver o sentido mais amplo de um Código de Biodiversidades, levando em conta o complexo mosaico vegetacional de nosso território. Remetemos essa idéia para Brasília, e recebemos em resposta que essa era uma idéia boa mas complexa e inoportuna (…). Entrementes, agora outras personalidades trabalham por mudanças estapafúrdias e arrasadoras no chamado Código Florestal. Razão pela qual ousamos criticar aqueles que insistem em argumentos genéricos e perigosos para o futuro do país. Sendo necessário, mais do que nunca, evitar que gente de outras terras sobretudo de países hegemônicos venha a dizer que fica comprovado que o Brasil não tem competência para dirigir a Amazônia (…). Ou seja, os revisores do atual Código Florestal não teriam competência para dirigir o seu todo territorial do Brasil. Que tristeza, gente minha.

O primeiro grande erro dos que no momento lideram a revisão do Código Florestal brasileiro – a favor de classes sociais privilegiadas – diz respeito à chamada estadualização dos fatos ecológicos de seu território especifico. Sem lembrar que as delicadíssimas questões referentes à progressividade do desmatamento exigem ações conjuntas dos órgãos federais específicos, em conjunto com órgãos estaduais similares, uma Policia Federal rural, e o Exército Brasileiro. Tudo conectado ainda com autoridades municipais, que tem muito a aprender com um Código novo que envolve todos os macro-biomas do pais, e os mini-biomas que os pontilham, com especial atenção para as faixas litorâneas, faixas de contato entre as áreas nucleares de cada domínio morfoclimático e fitogeográfico do território. Para pessoas inteligentes, capazes de prever impactos, a diferentes tempos do futuro, fica claro que, ao invés da “estadualização”, é absolutamente necessário focar para o zoneamento físico e ecológico de todos os domínios de natureza dos país. A saber, as duas principais faixas de Florestas Tropicais Brasileiras: a zonal amazônica e a azonal das matas atlânticas o domínio dos cerrados, cerradões e campestres: a complexa região semi-árida dos sertões nordestinos: os planaltos de araucárias e as pradarias mistas do Rio Grande do Sul, além de nosso litoral e o Pantanal Mato-grossense.

Seria preciso lembrar ao honrado relator Aldo Rabelo que, a meu ver, é bastante neófito em matéria de questões ecológicas, espaciais e em futurologia – que, atualmente na Amazônia Brasileira, predomina um verdadeiro exército paralelo de fazendeiros que em sua área de atuação tem mais força do que governadores e prefeitos. O que se viu em Marabá, com a passagem das tropas de fazendeiros, passando pela Avenida da Transamazônica, deveria ser conhecido pelos congressistas de Brasília, e diferentes membros do executivo. De cada uma das fazendas regionais passava um grupo de cinquenta a sessenta camaradas, tendo a frente em cavalos nobres, o dono da fazenda e sua esposa, e os filhos em cavalos lindos.

E os grupos iam passando separados entre si, por alguns minutos. E , alguém a pé, como se fosse um comandante, controlava a passagem da cavalgada dos fazendeiros. Ninguém da boa e importante cidade de Marabá saiu para observar a coluna amedrontadora dos fazendeiros. Somente dois bicicletistas meninos deixaram as bicicletas na beira da calçada olhando silentes a passagem das tropas. Nenhum jornal do Pará, ou alhures, noticiou a ocorrência amedrontadora. Alguns de nós não pudemos atravessar a ponte para participar de um evento cultural.

Será certamente, apoiados por fatos como esse que alguns proprietários de terras amazônicas deram sua mensagem, nos termos de que “a propriedade é minha e eu faço com ela o que eu quiser, como quiser e quando quiser”. Mas ninguém esclarece como conquistaram seus imensos espaços inicialmente florestados. Sendo que, alguns outros, vivendo em diferentes áreas do cetro-sul brasileiro, quando perguntados sobre como enriqueceram tanto, esclarecem que foi com os “seus negócios na Amazônia” (…). Ou sejam, através de loteamentos ilegais, venda de glebas para incautos em locais de difícil acesso, os quais ao fim de um certo tempo, são libertados para madeireiros contumazes. E o fato mais infeliz é que ninguém procura novos conhecimentos para reutilizar terras degradadas. Ou exigir dos governantes tecnologias adequadas para revitalizar os solos que perderam nutrientes e argilas, tornando-se dominadas por areias finas (siltizaçao).

Entre os muitos aspectos caóticos, derivados de alguns argumentos dos revisores do Código, destaca-se a frase que diz que se deve proteger a vegetação até sete metros e meio do rio. Uma redução de um fato que por si já estava muito errado, porém agora esta reduzido genericamente a quase nada em relação aos grandes rios do país. Imagine-se que para o rio Amazonas a exigência protetora fosse apenas sete metros, enquanto para a grande maioria dos ribeirões e córregos também fosse aplicada a mesma exigência. Trata-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. Na linguagem amazônica tradicional, o próprio povo já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais. Para eles, ali existem, em ordem crescente: igarapés, riozinhos , rios e parás. Uma última divisão lógica e pragmática, que é aceita por todos os que conhecem a realidade da rede fluvial amazônica.

Por desconhecer tais fatos os relatores da revisão aplicam o espaço de sete metros da beira de todos os cursos d’água fluviais sem mesmo ter ido lá para conhecer o fantástico mosaico de rios do território regional.

Mas o pior é que as novas exigências do Código Florestal proposto têm um caráter de liberação excessiva e abusiva. Fala-se em sete metros e meio das florestas beiradeiras (ripario-biomas) e depois em preservação da vegetação de eventuais e distantes cimeiras. Não podendo imaginar quanto espaço fica liberado para qualquer tipo de ocupação do espaço. Lamentável em termos de planejamento regional, de espaços rurais e silvestres. Lamentável em termos de generalizações forçadas por grupos de interesse (ruralistas).

Já se poderia prever que um dia os interessados em terras amazônicas iriam pressionar de novo pela modificação do percentual a ser preservado em cada uma das propriedades de terras na Amazônia. O argumento simplista merece uma critica decisiva e radical. Para eles, se em regiões do centro-sul brasileiro a taxa de proteção interna da vegetação florestal é de 20%, porque na Amazônia a lei exige 80%. Mas ninguém tem a coragem de analisar o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com o percentual de 20%. Nos planaltos interiores de São Paulo a somatória dos desmatamentos atingiu cenários de generalizada derruição. Nessas importantes áreas, dominadas por florestas e redutos de cerrados e campestres, somente o tombamento integrado da Serra do Mar, envolvendo as matas atlânticas, os solos e as aguadas da notável escarpa foi capaz de resguardar os ecossistemas orográficos da acidentada região. O restante, nos “mares de morros” , colinas e várzeas do Médio Paraíba e do Planalto Paulistano e pró-parte da Serra da Mantiqueira, sofreram uma derruição deplorável. É o que alguém no Brasil – falando de gente inteligente e bioética – não quer que se repita na Amazônia Brasileira, em um espaço de 4.200.000 km².

Os relatores do Código Florestal falam em que as áreas muito desmatadas e degradadas poderiam ficar sujeitas a “(re)florestamento” por espécies homogêneas pensando em eucalipto e pinus. Uma prova de sua grande ignorância pois não sabem a menor diferença entre reflorestamento e florestramento. Esse último, pretendido por eles, é um fato exclusivamente de interesse econômico empresarial, que infelizmente não pretende preservar biodiversidades. Sendo que, eles procuram desconhecer que, para áreas muito degradadas foi feito um plano de (re) organização dos espaços remanescentes, sob o enfoque de revigorar a economia de pequenos e médios proprietários: Projeto FLORAM. Os eucaliptólogos perdem éticos quando alugam espaços por trinta anos, de incautos proprietários, preferindo áreas dotadas ainda de solos tropicais férteis do tipo dos oxissolos e evitando as áreas degradadas de morros pelados reduzidas a trilhas de pisoteio, hipsométricas, semelhantes ao protótipo existente no Planalto do Alto Paraíba, em São Paulo. Ao arrendar terras de bisonhos proprietários para uso em 30 anos e sabendo que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo. Fato que cria um grande problema judicial para os herdeiros, sendo que ao fim de uma negociação as empresas cortam todas as árvores de eucaliptos ou pinos, deixando miríades de troncos no chão do espaço terrestre. Um cenário que impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Tudo isso deveria ser conhecido por aqueles que defendem ferozmente um Código Florestal liberalizante.

Por todas as razões somos obrigados a criticar a persistente e repetitiva argumentação do deputado Aldo Rebelo, que conhecemos há muito tempo, e de quem sempre esperávamos o melhor. No momento somos obrigados a lembrar a ele que cada um de nós tem que pensar na sua biografia e, sendo político, tem que honrar a história de seus partidos. Mormente em relação aos partidos que se dizem de esquerda e jamais poderiam fazer projetos totalmente dirigidos para os interesses pessoais de latifundiários.

Insistimos que em qualquer revisão do Código Florestal vigente deve-se enfocar as diretrizes através das grandes regiões naturais do Brasil, sobretudo domínios de natureza muito diferentes entre si, tais como a Amazônia e suas extensíssimas florestas tropicais, e o Nordeste Seco, com seus diferentes tipos de caatingas. Tratam-se de duas regiões opósitas em relação à fisionomia e à ecologia, assim como em face das suas condições socioambientais. Ao tomar partido pelos grandes domínios administrados técnica e cientificamente por órgãos do executivo federal, teríamos que conectar instituições específicas do governo brasileiro com instituições estaduais similares. Existem regiões como a Amazônia que envolve conexões com nove estados do Norte Brasileiro. Em relação ao Brasil Tropical Atlântico os órgãos do Governo Federal – IBAMA, IPHAN, FUNAI e INCRA – teriam que manter conexões com os diversos setores similares dos governos estaduais de norte a sul do Brasil. E assim por diante.

Enquanto o mundo inteiro repugna para a diminuição radical de emissão de CO2, o projeto de reforma proposto na Câmara Federal de revisão do Código Florestal defende um processo que significará uma onda de desmatamento e emissões incontroláveis de gás carbônico, fato observado por muitos críticos em diversos trabalhos e entrevistas.

Parece ser muito difícil para pessoas não iniciadas em cenários cartográficos perceber os efeitos de um desmatamento na Amazônia de até 80% das propriedades rurais silvestres. Em qualquer espaço do território amazônico que vem sendo estabelecidas glebas com desmate de até 80% haverá um mosaico caótico de áreas desmatadas e faixas inter-propriedades estreitas e mal preservadas. Nesse caso as bordas dos restos de florestas, inter-glebas, ficarão à mercê de corte de árvores dotadas de madeiras nobres. E, além disso, a biodiversidade animal certamente será profundamente afetada.

Seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de 500 a milhares de quilômetros quadrados e, dentro de cada parcela das glebas, colocasse indicações de 20% correspondente às florestas ditas preservadas. E, observando o resultado desse mapeamento simulado, poderiam perceber que o caminho da devastação lenta e progressiva iria criar alguns quadros de devastação similares ao que já aconteceu nos confins das longas estradas e seus ramais, em áreas de quarteirões implantados para venda de lotes de 50 a 100 hectares, onde o arrasamento de florestas no interior de cada quarteirão foi total e inconseqüente.

* Aziz Ab’Saber é um cientista brasileiro, geógrafo...

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02/07/2010

TEMPORADA DE PRAIA DO RIO ARAGUAIA
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Normas de Convivência
com o Rio Araguaia 2010
.Por-do-sol no Rio Araguaia em Luís Alves - Goiás

1 – Na instalação de acampamentos, não use recursos vegetais da região. Use estrutura metálica ou madeira beneficiada.

2 – Todo material do acampamento deverá ser retirado ao final da temporada, inclusive o bambu. Deixe a praia limpa.

3 – O lixo orgânico deverá ser separado dos recicláveis. Enterre-o no barranco, longe da margem do rio. Não lave roupas ou utensílios de cozinha dentro do rio.

4 - Os recicláveis (plástico, papel, lata, vidro, metal) deverão ser levados de volta para a cidade ou depositados em locais determinados. Nunca os deixe abandonados nas praias ou às margens de rodovias.

5 – Na construção de sanitários, use material biodegradável no escoramento da fossa (balaios, caixotes, trançados de palha ou papelão grosso). Não é permitido o uso de tambores de latão nem de fossas ou sanitários a menos de 20 metros do rio.

6 – Não é permitida a prática de cimentados nas praias e margens do rio.

7 – Não use foguetes, porque eles afugentam os animais e podem provocar incêndios.

8 – Instale abafadores ou isolamento acústico nos motores ruidosos dos geradores a fim de diminuir a poluição sonora e desligue-os até meia-noite.

9 – Obedeça a legislação de pesca e não use material predatório. Pesque somente com linha de mão, caniço ou molinete. Pesca somente portando licença.

10 – Caçar é crime. Não mate nem aprisione animais silvestres.

11 – O acampamento deve ter identificação por meio de faixas ou placas.

12 – Proibido o uso de veículos automotores nas praias, bem como o uso de som em volume alto.

13 – Proibido acampar em praias que tenham ninhal de gaivotas numa distância mínima de 100 metros.


14 – Estão zoneadas na APA (Área de Proteção Ambiental Meandros do Rio Araguaia) as áreas de acampamento e de refúgio de animais silvestres, sendo assim descritas: Áreas permitidas: Bandeirantes, entre a barreira de Piedade-GO e a entrada do Lago do Coral-MT; Luiz Alves, entre a localidade do Táxi Aéreo e a Foz do Rio Crixás-Açu; Benvinda, entre o Chapéu de Palha e a Ilha do Wilson Ribeiro. Áreas proibidas: Barreira da Piedade à boca do Rio Crixás; do Táxi Aéreo ao Chapéu de Palha (Parque Estadual do Araguaia); do Wilson Ribeiro até a foz do Cristalino.

15 – Não será permitida a entrada de barcos motorizados nos lagos de boca franca e a pesca de qualquer natureza dentro da APA e do Parque Estadual do Araguaia; lembrando que a portaria 003/2003 não permite a pesca em lagos naturais no Estado de Goiás. .

Obs. Para que o acampamento receba o Certificado de Parceiro Ambiental é necessário: cumprir todas as normas de convivência; participar da reunião na praia ou acampamento; passar por avaliação técnica da percepção ambiental no acampamento ou na praia; não cometer nenhuma ação predatória; participar da reunião dos acampantes em Goiânia-GO.

Lazer e diversão sem depredação.

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