24/08/2010

Crianças Karajá da Aldeia Buridina, em Aruanã, participaram de evento que reuniu Inmetro, Bombeiros e Semarh. O trabalho de educação ambiental começou com sensibilização sobre a importância de separação do lixo orgânico do inorgânico. E rapidamente a aldeia foi vasculhada.

Inorgânico no saco de orgânico? Depois da coleta começou a separação.
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Artesanato Karajá no quiosque da Aldeia Buridina
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A pequena e bela Karajá com sua mamãe.

Preparação para as dinâmicas.

Caçamba de carrinho é inorgânico e pode ser reaproveitado o plástico para a reciclagem. Ele é feito a partir do petróleo e se ficar no meio ambiente pode se tornar lixo por mais de 100 anos.

Cacique Raul permitiu afixar na aldeia o cartaz das normas de convivência com o Rio Araguaia.
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Artesanato Karajá em casco de tartaruga. A educação ambiental neste momento entra para sensibilizar, mostrar a importância de preservar justamente porque as espécies vão sendo ameaçadas e podem caminhar para a extinção. As crianças ficam atentas a este assunto. Querem saber quais são os peixes ameaçados e ouvem atentamente falar sobre meio ambiente, sobre a diminuição do número de tartarugas.

Logo que apresentamos os sacos para recicláveis cada um fez sua dupla e já saiu pela aldeia coletando.

Teve até os pequenuchos que não coletaram mais acompanharam tudo. Uma dinâmica ou brincadeira com fundo educativo. Limpar a aldeia, separar os recicláveis. Dar destinação correta para o lixo.

Artesanato Karajá.

Olha só o resultado da coleta de recicláveis na Aldeia Buridina

Tem inorgânico separadinho.

Karajá em sua canoa.

Detalhes do cartaz com as normas de convivência com o Rio Araguaia. Todos bem atentos.

Quem conhece os animais do cerrado? E as plantas do nosso bioma? Várias emas botam ovos em um ninho só, mas é um macho que choca. O tamanduá-bandeira anda lentamente pelas estradas e por isso temos de ter muito cuidado para não atropelá-lo...

Tem peixes que não devemos pescar porque estão diminuindo muito no rio Araguaia.

Educadora ambiental Odália Machado em dinâmicas

Pirarucu, pirarara e filhote...

Várias dinâmicas para relaxar e aprender mais sobre meio ambiente. Não podemos maltratar os animais do Rio Araguaia. Tem o tamanduá-bandeira, o boto, as tartarugas, a onça, o tuiuiu e muitos outros.

A educadora ambiental Odália Machado durante dinâmica do abraço.

Trabalho do Inmetro mostrando como saber se um produto está dentro das normas

Se as medidas estão corretas

Cláudia, do Inmetro, registrando cada cena do trabalho

Até a pressão arterial das crianças foi medida. Tudo para mostrar que os equipamentos precisam apresentar selo do Inmetro para serem confiáveis.

Diretora Valdirene da escola indígena da Aldeia Buridina, Karajá

Na estrada encontramos uma vendedora de caju. E estavam bonitos

Olha só o Rio do Peixe II que vai desaguar no Rio Araguaia. Quase seco, correndo apenas em seu canal. Parte do rio está como uma estrada com vacas pastando. Se tem menos água indo para o Rio Araguaia com certeza o Rio Araguaia também vai ter menos água. Reflexo da época do ano com poucas chuvas, mudanças no clima e a atuação humana que afeta o meio ambiente por exemplo com desmatamentos.

O tuiuiu do Rio Araguaia no aresanato da Cidade de Goiás

Fiz questão de fazer essa foto porque vi uma coloração na paisagem diferente de alguns meses atrás. Um visual marrom ou cinza criado pela estiagem de agosto. Cerrado, savanas: algumas semelhanças...

O artesanato com tucanos e garças. O vendedor diz que este resiste a sol e chuva porque não é feito de gesso, mas cimento. Arte encontrada na Cidade de Goiás.
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20/08/2010

Recreadores do hotel Privé de Caldas Novas e funcionários de todas as áreas assistiram palestras de educação ambiental para implantação de coleta seletiva de recicláveis
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O trabalho de sensiblização da Semarh atendeu pedido do Hotel Privé
. Lixeiras para separação dos recicláveis já estão em várias partes do Hotel Privé
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O tema das palestras de Wagner Oliveira foi lixo e recicláveis. A importância da separação na contribuição com o meio ambiente
. Parte interna do Hotel Privé com piscinas de água quente
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Equipe do Hotel Privé: João Umberto, Uênio Antônio, Glauco Tito e futura esposa Isabel
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Engenheiro Ambiental e Técnico Responsável do Hotel Privé Glauco Tito (de verde) e Domingos Xavier dos Santos que vai fazer o direcionamento dos recicláveis para a indústria
. Hotel Privé está qualificando seus funcionários com educação ambiental para implantação de coleta seletiva de recicláveis
. Caldas Novas precisa seguir exemplos de países desenvolvidos que tratam seus resíduos reaproveitando matéria-prima, gerando energia e preservando o meio ambiente
. O grande potencial turistíco das águas quentes exige a melhor destinação dos rejeitos gerados e a própria legislação estadual e federal já faz essa exigência. Enquanto a coleta seletiva não é implantada em toda a cidade de Caldas Novas o Hotel Privé faz sua parte
. João Umberto, Yuara Crescencio, Glauco Tito, Wagner Oliveira, André Luiz e Odália Machado
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Gerente de Produção da Serra das Caldas Mineração João Umberto e o gerente de Operação do Hotel Privé Uênio Antônio
W. Wagner Oliveira, Yuara Crescêncio, o gerente de Educação Ambiental André Luiz e Odália Machado

Yuara Crescencio e o Bob Esponja
. Recreador do Hotel Privé. Um dos que vai trabalhar educação ambiental com hóspedes durante o ano todo
. Bob esponja também faz parte da equipe de recreação do Hotel Privé que vai fazer o trabalho de educação ambiental com hóspedes
. Funcionários do Hotel Privé assinam lista de presença: compromisso com a coleta seletiva na empresa. Aprendizado que vai chegar a casa de cada um também.
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Belo Monte será
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"uma vergonha"


Washington Novaes - O Estado de S.Paulo

O noticiário dos últimos dias sobre o projeto de implantação da Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, torna ainda maior a perplexidade diante da indiferença, surdez mesmo, com que os órgãos do governo federal envolvidos no projeto recebem as numerosas exigências de esclarecimentos que a sociedade tem feito. Na sexta-feira da semana passada, enquanto índios, ribeirinhos, pequenos agricultores e pescadores, além de especialistas da Universidade do Pará, manifestavam sua inconformidade com o projeto - e chegavam, os acadêmicos, a afirmar que ele não é necessário nem mesmo em termos de energia -, anunciava o Ministério de Minas e Energia (amazônia.org, 13/8) que o contrato de concessão para a "usina de 11.233 MW" pode ser assinado ainda este mês, ou seja, antes mesmo que o Ibama conceda a licença de instalação. Também se anunciava que o contrato de concessão com 11 construtoras - agora incluindo três das maiores do País - "terá seu valor reduzido em cerca de R$ 4 bilhões, para R$ 15 bilhões" (Estado, 15/8). Ou seja, o valor estimado da obra já passou de R$ 9 bilhões para R$ 15 bilhões, para R$ 19 bilhões, para R$ 30 bilhões e agora retorna a R$ 15 bilhões. Que precisão! Quanta confiabilidade desperta no cidadão que paga impostos e no contribuinte dos fundos sociais que bancarão os custos!

Em artigos anteriores neste espaço (25/9/2009 e 5/2/2010, entre outros) já foram mencionados muitos argumentos que questionam a obra. A começar pela sua desnecessidade, deduzida de estudo da Unicamp/WWF que mostra a possibilidade de o Brasil poder ganhar metade da energia que consome hoje se fizer programas de conservação e eficiência energética, redução das perdas nas linhas de transmissão e repotenciação de geradores antigos. A subestimação dos custos ambientais, sociais e financeiros da obra na licitação. A superestimação - apontada por um painel de 38 especialistas - do potencial da usina, onde a produção poderá cair para apenas 1 mil MW na estiagem. A destinação de praticamente toda a energia ao setor de eletrointensivos exportados, que exige subsídios. O próprio Ipea, que pertence ao governo federal, em seu Boletim Regional, Urbano e Ambiental de julho de 2009, questiona projetos como esse, que não contribuem "para reduzir desigualdades regionais e sociais, não internalizam todos os custos, contribuem para o inchaço de cidades desprovidas de infraestruturas, para o desflorestamento, para perdas da diversidade biológica e cultural, para redução do fluxo hídrico, para a geração de contaminantes do solo, da água e do ar".

Nada disso comove. O ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão chegou a atribuir a "intenções demoníacas" tais questionamentos. E o presidente da Empresa de Pesquisas Energéticas, Maurício Tolmasquim, continua a afirmar (Estado, 28/7) que o País precisa agregar 63 mil MW à sua potência instalada, em cinco anos - embora o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues diga (Estado, 11/6) que o Brasil desperdiça energia equivalente a três usinas de Belo Monte com o não-aproveitamento do bagaço de cana.

Agora, mais um grave questionamento. A edição de junho/julho de 2010 do Jornal do Instituto de Engenharia de São Paulo traz, em duas páginas, uma "Opinião" na qual afirma que "a construção do referido aproveitamento hidrelétrico está longe de ser do interesse nacional". Com base em números expostos pelo engenheiro Walter Coronado Antunes, ex-presidente da Sabesp e ex-secretário de Obras e Meio Ambiente do Estado, mostra o boletim que em anos de vazões mínimas, nos meses de julho a dezembro, estas podem ficar entre 444 m3 e 1.417 m3 por segundo; nos anos de vazão média, nesses mesmos meses, elas podem situar-se entre 1.066 m3 e 3.730 m3 por segundo.

Surge o primeiro problema, já que é preciso manter vazão mínima de 1 mil m3/segundo no leito original do Rio Xingu para "assegurar a sobrevivência das populações ribeirinhas indígenas e não indígenas ali radicadas". Para tanto será indispensável que funcionem seis máquinas da casa de força complementar, com o uso de vazão total de 1.920 m3/segundo. Mas as vazões previstas tanto para anos de vazão média quanto de vazão mínima não asseguram a manutenção do fluxo mínimo do rio necessário para aquelas populações. Chega-se a um quadro complicado: "Nos anos de vazões médias a casa de força complementar, nos meses de agosto a novembro, será obrigada a gerar energia com todas as suas turbinas, a plena carga, para manter as vazões aceitáveis ambientalmente no trecho morto da Grande Curva do Rio Xingu"; nesses meses "a casa de força principal não terá água para funcionar nenhuma turbina (estarão parados os 18 grupos de turbinas-geradores, no total de 11 mil MW)"; por isso, "nos anos em que ocorrerem vazões mínimas, Belo Monte será desastroso; durante oito meses a água não será suficiente para acionar a plena carga nem mesmo a casa de força complementar; ficarão paradas todas as unidades geradoras da casa de força principal, com 11 mil MW de potência instalada, durante esses oito meses"!

E a "conclusão final" é de que, com o custo de implantação de Belo Monte chegando a pelo menos três quartos do custo de implantação da Usina de Itaipu, mas gerando "apenas um quarto da produção anual de Itaipu (...), não é possível viabilizar-se a construção do aproveitamento hidrelétrico de Belo Monte, em razão da sua baixíssima produtividade, sem que o Tesouro Nacional seja levado a investir, a fundo perdido, por meio das empresas públicas que compuserem a parceria público-privada que for vencedora do leilão e operação do pior projeto de engenharia da história de aproveitamentos hidrelétricos do Brasil e talvez da engenharia mundial. Uma vergonha para nós, engenheiros".

É grave, muito grave. Não podem continuar sem resposta os questionamentos. Principalmente este, partindo de um órgão que expressa pensamento da engenharia.

Washington Novaes é jornalista

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15/08/2010

Simpósio no Cerrado
em Rio Quente

Performance artística com Rick Jader – Secult – Goiânia, durante o encontro regional de Rio Quente do 16º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado que será realizado em novembro em Goiânia.
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Evento no Hotel Thermas Paradise
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Sementes de reflexão sobre o Cerrado
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Pintura na abertura do evento
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O cerrado envolvido pela cor amarela do fogo?, o cerrado em chamas?, o cerrado continua pedindo reflexão.
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Momento do Hino Nacional Brasileiro
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Público presente
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Composição da mesa com autoridades locais e palestrantes Clarismino Luiz Pereira e Marco Antônio Vezzani
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Público presente viu a apresentação de vídeos que mostram a realidade do cerrado
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Arranjo em um cipó representa o cerrado com sementes, frutos, borboletas, aves e muita vida dependendo da sobrevivência do bioma ameaçado
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Palestra de Clarismino Luiz Pereira - presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente de Goiânia
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Equipe da Prefeitura de Rio Quente e da Sociedade Ambientalista Brasileira no Cerrado - SABC: Maysa Toledo (de marrom) e o presidente da SABC Marco Antônio Vezzani ao lado do Secretário de Meio Ambiente de Rio Quente Adeir Joaquim Lourenço (com microfone). Evento conta com a parceria da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos - Semarh/Gerência de Educação Ambiental.

Veja como foi a programação AQUI
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10/08/2010

Cursos Ciranda da Arte

Clique no cartaz para ler ampliado
Teatro - Música - Contação de histórias - Dança - Artes visuais
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Encontro Regional SABC

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NIQUELÂNDIA

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02/09/2010 (quinta feira)

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Local: Cine Teatro do Centro de Convenções Paulo Rocha

Endereço: Rua da Cruz S/N, Centro - Niquelândia – Go

Informações: Secretaria Meio Ambiente de Niquelândia

Fone: (62) 3959-7089/8119-2051

PROGRAMAÇÃO

08h – Café no Cerrado

08h30min – Abertura

  • Apresentação cultural
  • Composição da Mesa

· Hino Nacional

· Boas Vindas

09h às 11h – Palestras

· Gestão Municipal Ambiental

Adv. Clarismino Luiz Pereira Junior – Presidente – AMMA

  • Legislação do SISNAMA

Representante do Ministério Público do Estado de Goiás

11h – Debate

12h – Intervalo – Almoço

14h – Apresentação de Vídeo

14h30min – Palestra

  • Biodiversidade do Cerrado: caracterização e situação atual

Prof. Ms. Roberto Malheiros - PUC GO

16h – Debate

16h30min – Café no Cerrado

17h - Encerramento

Realização: SABC

Coordenação: AMMA

Prefeitura de Niquelândia

Secretaria Municipal de Meio Ambiente

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X Semana do Folclore
Clique no cartaz para ler ampliado

26 a 28 de agosto de 2010

No Memorial do Cerrado da PUC Goiás


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09/08/2010

VÍDEO
“Já se perguntou de onde vem todas as coisas que compramos e para onde vão quando nos desfazemos delas? Os livros diziam que as coisas se deslocam ao longo de um sistema da extração para a produção, para a distribuição, para o consumo e para o tratamento de lixo. Isso tudo se chama economia de materiais. Estudei um pouco mais. Passei 10 anos viajando pelo mundo atrás de pistas de onde vem as nossas coisas e para onde vão. E sabe o que descobri? Essa não é toda a história. Falta muita coisa nessa explicação. Nesse sistema parece que está tudo bem. Mas na verdade é um sistema em crise porque trata-se de um sistema linear. E nós vivemos em um planeta finito. E não se pode gerir um sistema linear em um planeta finito.” Veja abaixo o texto completo nas três partes do vídeo A História das Coisas com Annie Leonard. Vale a pena.

Parte 1


Parte 2


Parte 3

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Produção mais limpa
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Guia para baixar
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“O princípio básico da metodologia de Produção mais Limpa (PmaisL) é eliminar a poluição durante o processo de produção, não no final. A razão: todos os resíduos que a empresa gera custaram-lhe dinheiro, pois foram comprados a preço de matéria- prima e consumiram insumos como água e energia. Uma vez gerados, continuam a consumir dinheiro, seja sob a forma de gastos de tratamento e armazenamento, seja sob a forma de multas pela falta desses cuidados, ou ainda pelos danos à imagem e à reputação da empresa.
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Por isso, este Guia para a Produção mais Limpa – Faça Você Mesmo - foi desenvolvido para orientar os empresários na aplicação de uma metodologia que vai ajudá-los a repensar a geração de resíduos em suas empresas e a ganhar dinheiro com isso.
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O Guia começa mostrando como identificar e quantificar os resíduos e perdas gerados no processo produtivo. Em seguida, ensina a avaliar as matérias-primas, água e energia consumidas e a montar balanços de massa e de energia, nos quais os custos das matérias-primas e insumos são relacionados aos custos dos resíduos gerados. Finalmente, mostra como a análise desses balanços permite identificar oportunidades de Produção mais Limpa, as quais proporcionam benefícios para o meio ambiente e ganhos econômicos para a empresa, contribuindo para a economia de recursos naturais, a melhoria da imagem e o aumento de competitividade.” Leia o guia completo no link abaixo.
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Guia da Produção mais Limpa. Baixe AQUI.
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03/08/2010

30/07/2010

A história dos cosméticos
"É uma história sobre um sistema em crise. Nós estamos destruindo o planeta. Estamos destruindo uns aos outros. Meu Pantene contém um produto químico relacionado ao câncer. Muitos produtos do meu banheiro do protetor solar ao batom e até o shampoo de bebê contêm produtos químicos relacionados ao câncer ou a outros problemas como dificuldades do aprendizado, asma e até mesmo danos aos esperma. Descobri que meu banheiro é um campo minado de toxinas. Menos de 20% dos químicos dos cosméticos foram testados pelo comitê de segurança da indústria. Então não sabemos dos seus possíveis efeitos quando os usamos. Alguns são carcinogênicos, isso significa que causam câncer. Outros são neurotoxinas e toxinas que afetam o sistema reprodutor. Conhecidos por danificar o desenvolvimento do cérebro e a reprodução em animais. Fiz um exame do nível de toxidade no meu corpo e estou cheia de coisas como mercúrio, anti-inflamáveis, triclosano e chumbo. Até os bebês estão nascendo pré-poluidos."
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Veja o texto completo no vídeo abaixo de 8 minutos com legendas em espanhol. Para ver com legendas em português acesse http://vimeo.com/13735569
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19/07/2010


16º SIMPÓSIO AMBIENTALISTA
BRASILEIRO NO CERRADO

Encontro Regional
em Rio Quente

13/08/2010 (sexta feira)

Local: HOTEL THERMAS PARADISE
Endereço: Av. Goiás s/nº - B. Esplanada – Rio Quente – Goiás
Informações: (64) 3452-7020 – Secretaria Meio Ambiente Rio Quente

PROGRAMAÇÃO

08h – Café no Cerrado

08h30min – Abertura


• Reflexão: A Destruição do Cerrado
Performance artística com Rick Jader – SECULT – Goiânia
• Composição da Mesa
• Hino Nacional
• Boas Vindas

09h às 11h – Palestras

• Gestão Municipal Ambiental
Adv. Clarismino Luiz Pereira Junior – Presidente – AMMA

• Legislação do SISNAMA
Representante do Ministério Público do Estado de Goiás

11h – Debate

12h – Intervalo – Almoço

14h30min – Apresentação de Vídeo - Cerrado

15h – Palestra:

• Bioma Cerrado: História Evolutiva e Situação Atual
Prof. Dr. Altair Sales Barbosa – ITS/PUC-GO

16h – Mesa Redonda

16h30min – Café no Cerrado

17h - Encerramento
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08/07/2010

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
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Agora só falta
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sanção de Lula
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Djalba Lima

Um dos mais sérios problemas do país, que é a ausência de regras para tratamento das 150 mil toneladas de lixo produzidas diariamente nas cidades brasileiras, é o principal alvo de um projeto aprovado no último dia 7 pelo Plenário do Senado. O substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto de lei do Senado (PLS 354/89) que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos será encaminhado à sanção do presidente da República.

A proposta, que tramitou por 21 anos na Câmara dos Deputados, havia sido aprovada à tarde por quatro comissões do Senado, em reunião conjunta: Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Assuntos Econômicos (CAE), Assuntos Sociais (CAS) e Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, esteve presente durante a votação.

Lixões

O projeto proíbe a criação de lixões, nos quais os resíduos são lançados a céu aberto. Todas as prefeituras deverão construir aterros sanitários adequados ambientalmente, onde só poderão ser depositados os resíduos sem qualquer possibilidade de reaproveitamento ou compostagem. Será proibido catar lixo, morar ou criar animais em aterros sanitários. O projeto proíbe a importação de qualquer lixo.

Com 58 artigos que ocupam 43 páginas, a Política Nacional de Resíduos Sólidos apresenta algumas novidades, entre elas a "logística reversa", que obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a realizarem o recolhimento de embalagens usadas. Foram incluídos nesse sistema agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas (todas elas) e eletroeletrônicos.

Responsabilidade

Além disso, é introduzida na legislação a "responsabilidade compartilhada", envolvendo a sociedade, as empresas, as prefeituras e os governos estaduais e federal na gestão dos resíduos sólidos. A proposta estabelece que as pessoas terão de acondicionar de forma adequada seu lixo para a coleta, inclusive fazendo a separação onde houver coleta seletiva.

A proposta prevê que a União e os governos estaduais poderão conceder incentivos à indústria de reciclagem. Pela nova política, os municípios só receberão dinheiro do governo federal para projetos de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos depois de aprovarem planos de gestão. Os consórcios intermunicipais para a área de lixo terão prioridade no financiamento federal. As cooperativas de catadores de material reciclável foram incluídas na "responsabilidade compartilhada", devendo ser incentivadas pelo poder público.

Incentivo

Com os incentivos e as novas exigências, o país tentará resolver o problema da produção de lixo das cidades, que chega a 150 mil toneladas por dia. Desse total, 59% vão para os "lixões" e apenas 13% têm destinação correta, em aterros sanitários. Em 2008, apenas 405 dos 5.564 municípios brasileiros faziam coleta seletiva de lixo.

O projeto foi relatado, na CMA, por Cícero Lucena (PSDB-PB) e, na CCJ, na CAE e na CAS, por César Borges (PR-BA). Participaram da reunião conjunta, além dos integrantes das quatro comissões, os presidentes da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO); da CMA, Renato Casagrande (PSB-ES); e da CAS, Rosalba Ciarlini (DEM-RN).

Fonte: Agência Senado
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