02/10/2012
28/09/2012
18º Simpósio Ambientalista
Brasileiro do Cerrado
Empreendedorismo Sustentável no Cerrado: alternativas e práticas
Encontro Regional em Barro Alto - Goiás
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Local: Salão Regiane Fernandes - Rua Dom Bosco s/nº Centro.
Inscrições até o dia 10 de outubro pelo (062) 3347-6607 ou por e-mail: secretariasabc@gmail.com ou smelo@br.care.org (Vagas limitadas)
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18° SIMPÓSIO AMBIENTALISTA
BRASILEIRO NO CERRADO
Em Goiânia de 7 a 9 de novembro
A Sociedade Ambientalista Brasileira no Cerrado - SABC realiza o 18º Simpóso Ambientalista Brasileiro no Cerrado este ano com o tema: Empreendedorismo Sustentável no Cerrado: alternativas e práticas nos dias 07, 08 e 09 de novembro de 2012, no Auditório da Faculdade de Direito da UFG e Área I (Blocos F e G) da PUC - Goiás, Setor Universitário, Goiânia-Goiás.
O evento é fruto da parceria de várias instituições públicas, privadas e sociedade civil, envolvidas em pesquisas, estudos e ações, que visam promover discussões e criar espaços de articulação visando à sustentabilidade do Cerrado, cumprimento da legislação ambiental de forma eficaz com vistas à conservação, preservação e recuperação do Bioma.
O evento é fruto da parceria de várias instituições públicas, privadas e sociedade civil, envolvidas em pesquisas, estudos e ações, que visam promover discussões e criar espaços de articulação visando à sustentabilidade do Cerrado, cumprimento da legislação ambiental de forma eficaz com vistas à conservação, preservação e recuperação do Bioma.
PROGRAMAÇÃO PRÉVIA
Assunto: Abertura
do 18° Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado e Conferência Temática
Data: 07 de novembro de 2012
Horário: 19h
Local: Auditório da
Faculdade de Direito da UFG, Praça Universitária, Setor Universitário,
Goiânia-Goiás.
Assunto: Abertura
Oficial da EXPOCERRADO
Data: 07 de novembro de 2012
Horário: 21h 30min
Local: Área I (Blocos F e G)
da PUC - Goiás, Setor Universitário, Goiânia-Goiás.
Minicursos:
Data: 08 de novembro de 2012
Horário:08h às 11h30min - 14h às
17h30min
Local: Área I (Blocos F e G) da PUC – Goiás, Setor
Universitário, Goiânia-Goiás.
Assunto: Mesa Redonda
Data: 09 de
novembro de 2012
Horário: 08h às 12h
Local: Auditório da Faculdade de Direito da UFG, Praça Universitária, Setor Universitário,
Goiânia-Goiás.
EVENTO INTEGRADO
Feira EXPOCERRADO – 07, 08 e 09 de novembro de 2012
Horário: 08h às 21h
Local: Blocos F e G da Área I da PUC – Goiás,
Setor Universitário, Goiânia-Goiás.
INSCRIÇÕES:
Locais:
- Site: www.sabc.org.br
- CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA – Comissão
do Meio Ambiente
Av.
Goiás, 2001 – 1º Andar – Setor Central – Goiânia – GO
Telefone
(62) 3524-4244 – 35248920 – 35245057 – (62) 84652979
- E-mail: secretariasabc@gmail.com
Depósito das Inscrições:
Sociedade Ambientalista Brasileira no Cerrado - SABC
Sociedade Ambientalista Brasileira no Cerrado - SABC
Banco: Caixa Econômica Federal – CEF
Agência: 1550
Op.: 003
Conta Corrente: 030888-7
Valor: R$ 30,00 inteira
R$15,00 para estudantes com
comprovação de matrícula
ATENÇÃO!!!
O
depósito da inscrição deverá ser efetuado exclusivamente
na Agência da CEF ou na Agência Lotérica, que será validada com a apresentação
do comprovante bancário, via fax(62) 3524-5057, endereçado à Secretaria do 18º
SABC, ou por e-mail: secretariasabc@gmail.com
26/09/2012
Aquífero guarani está
ameaçado pela poluição
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*Valter Machado da Fonseca
O
sistema capitalista, por um lado, conseguiu imprimir com grande eficiência, o
avanço técnico-científico nas áreas de superprodução de bens de consumo, da
indústria química e petroquímica, da automação, robótica, nuclear, armamentos,
da engenharia genética, de eletro-eletrônicos, de alimentos, etc.; além de
imprimir um novo ritmo à indústria da informática, das telecomunicações e dos
transportes. Por outro lado, ele promoveu a marginalização de largas camadas da
humanidade, o aparecimento de novas doenças, o ressurgimento de males
medievais, principalmente nos países atrasados; a desnutrição, o acúmulo de
todo o tipo de lixo, a destruição de grande parte da vegetação, a contaminação
das águas e do solo, a substituição de biomas inteiros, como o Cerrado e a Mata
Atlântica, por atividades agropecuárias.
As conseqüências do impacto ambiental foram as mais drásticas
possíveis. Já no início da Revolução Industrial, com a utilização das máquinas
a vapor, iniciou-se um violento ataque à biomassa do planeta, com milhões de
km² de florestas virgens sendo devoradas para a manutenção da indústria de
base, principalmente a siderurgia e o transporte ferroviário.
A degradação das florestas veio acompanhada da deterioração
das águas por produtos químicos e resíduos, advindos das indústrias. Com a
superprodução industrial, surgem outros tipos de poluição que afetam, além das
águas superficiais e subterrâneas, também os solos, a atmosfera e os seres
vivos, dentre eles o homem. Hoje convivemos com os perigos decorrentes da
poluição atmosférica, do acúmulo de lixo doméstico e resíduos industriais, do
excesso de lixo tóxico e nuclear, além dos problemas causados pela emissão de
gases tóxicos para a atmosfera, como o efeito estufa, o aquecimento global, as
chuvas ácidas e o buraco na camada de ozônio.
É
exatamente dentro deste contexto das contradições oriundas do modelo de
desenvolvimento capitalista que se situa a problemática da contaminação das
águas.
A mídia comumente tenta
repassar falsas concepções a respeito desta problemática como: "a água do
planeta está ameaçada de extinção" ou, "a população que joga seu lixo
nas ruas ou nos lagos, córregos e riachos é responsável pelas catástrofes ou
inundações, etc.". Este procedimento, muito comum, da mídia é a
simplificação do problema, trata-se de um método ilusório de focalizar o
problema em simples casos isolados, tentando jogar o ônus da crise ambiental
sobre os ombros da população.
É importante destacar que, a quantidade de água existente
no planeta não está diminuindo ou aumentando, ela se mantém constante, pois é
regulamentada pelo ciclo da água que determina sua movimentação em seus
diversos estados (sólido, líquido e gasoso), em uma dinâmica perfeita que
mantém constante a quantidade de água no planeta.
As
técnicas avançadas da produção industrial aplicada à agricultura e mais
recentemente o desenvolvimento da biotecnologia especialmente a biotecnologia
de alimentos, tem produzido uma gigantesca quantidade de insumos agrícolas e
agrotóxicos que causam a contaminação dos rios, lagos, solos e aqüíferos
subterrâneos. Os produtos químicos aplicados à agricultura contaminam além das
águas e dos solos, também os alimentos consumidos pela população, trazendo
prejuízos irreparáveis à saúde humana. É neste contexto, que se situa o
processo de aceleração da poluição do maior reservatório de água subterrânea da
América do Sul: o Aqüífero Guarani, que será tratado em tópico à frente.
1 - O fim do ciclo do petróleo e a estratégia geopolítica da água como
recurso energético.
A
humanidade assiste, neste início de século, ao fim de um de um recurso natural
não renovável: o ciclo do petróleo. O fim inevitável da utilização do petróleo,
enquanto fonte de energia coincide com o início da estratégia geopolítica da
água, considerada um recurso natural renovável.
A
geopolítica do petróleo, neste limiar de século, tem servido de subterfúgio
para ameaçar a autonomia e a autodeterminação dos povos, justificativas,
escondidas atrás de discursos “anti-terror” e “anti-nucleares”, para invasão de
territórios, principalmente daqueles onde se encontram as maiores jazidas deste
recurso natural. Em nome de subterfúgios espúrios, justificam-se guerras e
carnificinas. Por outro lado, a utilização dos combustíveis fósseis tem sido a
maior responsável pela poluição e degradação do planeta, desde que eles foram
descobertos como forma de energia.
A
indústria automobilística é hoje, sem sombra de dúvida, a principal responsável
pela emissão de gases tóxicos para a atmosfera, principalmente o dióxido de
carbono (CO2). Os subprodutos do petróleo fabricados nos pólos
petroquímicos, a exemplo dos plásticos, são os grandes vilões da superprodução
de lixo doméstico e industrial, transformando o planeta em um grande depósito
de resíduos. Neste último período, em particular, assiste-se à progressão, sem
precedentes, do aumento do nível dos oceanos e da temperatura da Terra
(aquecimento global), o que incide, diretamente, sobre as drásticas alterações
climáticas (derivadas do efeito estufa) que sevem de “sinal de alerta” acerca
do futuro incerto de todas as espécies de seres vivos, dentre elas o Homo Sapiens.
Agora,
o ciclo do petróleo está em sua fase derradeira. Os centros de estudos do mundo
todo já realizam pesquisas sobre a utilização da água como fonte alternativa de
energia. Neste sentido, este precioso recurso natural ganha um enorme valor
econômico e geoestratégico, ao lado do valor econômico agregado à
biodiversidade. Porém, a utilização da água como fonte de riqueza, no atual
modelo econômico de desenvolvimento das forças materiais da sociedade,
despreza-a como fonte de vida. A nova tecnologia, apesar de não diminuir a
quantidade total da água do Planeta, utiliza o precioso recurso natural como se
ele não fosse necessário à continuidade da vida. A poluição das águas faz parte
do conjunto de fatores degradantes dos recursos da natureza.
É
importante salientar que o Brasil, sozinho, possui 12% da água potável do globo
terrestre. Diante disso, torna-se alvo de cobiça dos países ditos
desenvolvidos. É até incompreensível o modo como são tratados os recursos
hídricos no país. Grande parte do complexo industrial brasileiro despeja seus
rejeitos e resíduos diretamente nos corpos d’água. Por seu lado, as novas
tecnologias agroindustriais utilizam-se de milhares e milhares de toneladas de
agrotóxicos e insumos agrícolas, por intermédio da prática das monoculturas,
colocando em risco as águas subterrâneas. O Brasil abriga 2/3 do maior
reservatório de água subterrânea da América do Sul: o Aqüífero Guarani, que já
está sendo seriamente ameaçado pela utilização desordenada de suas águas e pela
utilização de agrotóxicos pela prática das monoculturas de exportação.
2 - Aquífero Guarani: a maior reserva de água subterrânea da América do
Sul.
Segundo fontes do Instituto
de Pesquisas Espaciais (INPE) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(EMBRAPA) o Aqüífero
Guarani é a principal reserva subterrânea de água doce da América do Sul e um
dos maiores sistemas aqüíferos do mundo, ocupando uma área total de 1,2 milhões
de km² na Bacia do Paraná e parte da Bacia do Chaco-Paraná. Estende-se pelo
Brasil (840.000 Km²), Paraguai (58.500 Km²), Uruguai (58.500 Km²) e Argentina,
(255.000 Km²), área equivalente aos territórios da Inglaterra, França e Espanha
juntas. Sua maior ocorrência se dá em território brasileiro (2/3 da área total)
abrangendo os Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo,
Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O Aqüífero Guarani, denominação do
geólogo uruguaio Danilo Anton em memória do povo indígena da região, tem uma
área de recarga de 150.000 Km² e é constituído pelos sedimentos arenosos da
Formação Pirambóia na Base (Formação Buena Vista na Argentina e Uruguai) e
arenitos Botucatu no topo (Missiones no Paraguai, Tacuarembó no Uruguai e na
Argentina).
O Aquífero Guarani
constitui-se em uma importante reserva estratégica para o abastecimento da
população, para o desenvolvimento das atividades econômicas e do lazer. Sua
recarga natural anual (principalmente pelas chuvas) é de 160 Km³/ano, sendo que
desta, 40 Km³/ano constitui o potencial explotável sem riscos para o sistema
aqüífero. As águas em geral são de boa qualidade para o abastecimento público e
outros usos, sendo que em sua porção confinada, os poços têm cerca de 1.500 m de profundidade e
podem produzir vazões superiores a 700 m³/h. Por ser um aquífero de extensão
continental com característica confinada, muitas vezes jorrante, sua dinâmica
ainda é pouco conhecida, necessitando maiores estudos para seu entendimento, de
forma a possibilitar uma utilização mais racional e o estabelecimento de
estratégias de preservação mais eficientes.
2.1 - O Aquífero Guarani como fonte de água potável e a prática das
monoculturas.
Um
exemplo clássico de utilização das águas do Guarani é o abastecimento de água
da cidade de Ribeirão Preto (SP). Toda a cidade (100%) é abastecida pelas águas
do Aqüífero Guarani. Grande parte deste abastecimento é feita sem planejamento,
conforme informam estudos da UNICAMP, como se o reservatório tivesse um tempo
de vida infinita. Segundo denúncias do Núcleo de
Economia Agrícola (NEA), do Instituto de Economia da UNICAMP, “Os cerca de 500
poços artesianos abandonados em Ribeirão Preto, a redução do nível da água em
cerca de 60% e a possibilidade de contaminação dos mananciais próximos às áreas
agrícolas, ameaçam a existência da maior reserva de água potável da América
Latina: o Aqüífero Guarani”. Como a cidade de Ribeirão Preto, existe,
aproximadamente, uma centena de outras cidades do sudeste que exploram as águas
do aqüífero.
Apesar de ser um problema,
este não é o maior deles. O maior problema de contaminação das águas, tanto
superficiais quanto subterrâneas, se liga ao uso e manejo incorretos dos solos
agrícolas, por intermédio das práticas das monoculturas voltadas para a
exportação. Agora as preocupações se avolumam com a volta da monocultura da
cana-de-açúcar, que arrasa os solos e diminui o nível de água dos lençóis
freáticos. Este tipo de monocultura afeta a bioestrutura dos solos,
ressecando-os, deixando-os em vias de desertificação. O uso massivo de
agrotóxicos e de todo tipo de herbicidas e pesticidas, as altas dosagens de
insumos agrícolas, acabam contaminando as águas superficiais e subterrâneas.
Portanto, o Aquífero Guarani
é um recurso natural de valor estratégico incalculável, como fonte de água
potável, para esta e para as futuras gerações. Cabe a toda a população
brasileira zelar pela garantia da preservação deste valiosíssimo recurso da
natureza, como forma de garantir a continuidade da vida no planeta. Para
encerrar, nada melhor que a citação de Paulo
César de Almeida Freitas (2006): “Acredito ser de uma insensatez e
irresponsabilidade sem limites, a utilização das águas do aquífero Guarani,
pois como se sabe, é um recurso finito e por isto deveria ser objeto de uma
legislação específica, que viesse proteger este tão importante manancial, que
representa um recurso hídrico estratégico, por ocasião de uma eventual
escassez. Escassez esta que pelas evidências hoje observadas, já se pode
antever, resultado da insaciável e insana sede do poder demonstrada até então
pelo ser humano, que faz com que seres racionais ajam contra si próprios e seus
descendentes, agredindo implacável e cruelmente o meio ambiente. É como relata
a obra "O clamor das águas", que em certo trecho diz: ‘Caso nos
próximos trinta anos, o homem não tiver revertido o quadro de degradação e
flagelo por ele imposto à natureza, a vida por sobre a terra estará
irremediavelmente comprometida. Ou seja, baseado nesta previsão, caso não
promovamos uma radical mudança em nossas atitudes comportamentais, a geração
que hoje habita o planeta poderá ser... a última’. Diante do exposto, espero
que doravante ajamos com responsabilidade e senso preservacionista a fim de não
deixarmos como legado às futuras gerações, uma terra árida, desértica, com
altas temperaturas, enfim, um lugar que não ofereça um mínimo de condições de
sobrevivência”.
* Valter Machado da Fonseca é Mestre e Doutorando em Educação pelo Programa de Posgraduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia. Professor dos cursos de Graduação em Geografia, Pedagogia e Engenharias de Produção, Civil e Ambiental da Universidade de Uberaba (UNIUBE). Contato: machado04fonseca@gmail.com
10/09/2012
Minha homenagem 11 DE SETEMBRO
DIA DO CERRADO
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| 1997 e 2011- Vista da Chapada dos Veadeiros na região do Jardim de Maytrea. Um dos mais belos cartões postais do cerrado |
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| 2010 - Por-do-sol visto no Rio Araguaia a partir de Aruanã, em Goiás. Do outro lado do rio é o Estado do Mato Grosso e terras dos índios Carajá |
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| 1994 - Doutor em Ecologia Divino Brandão e o Doutor em Botânica Heleno Dias Ferreira da Universidade Federal de Goiás. Foi com eles que preparamos a revista Cerrado - O que você precisa saber para preservá-lo, em 1993. Com essa revista recebemos prêmios que detalho abaixo. Esta foto é de 1994 quando retornamos ao Parque Nacional das Emas para realizar mais fotos e imagens para a continuidade do trabalho. Divulgamos a revista em várias partes do Brasil e foi enviada inclusive para outros países via correio quando não havia as facilidades de divulgação que permitem a internet atualmente. Há 17 anos mais de 8 mil exemplares da Revista Cerrado foram espalhados pelo mundo alertando da importância de preservação da vegetação e fauna do cerrado. Baixe a revista neste link |
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| Parque Estadual da Serra de Caldas Novas. Visto a partir de um mirante. Grandes paredões e canions que nem todos os turistas vêem porque ficam em uma parte do parque pouca visitada. Neste local é que vemos o cerrado de campo rupestre, de altitude, com suas espécies muitas vezes endêmicas. A serra de Caldas Novas pode ser considerada como uma "grande esponja que absolve a água das chuvas que vão muitos anos depois serem utilizadas como águas termais. Essa história está bem detalhada com materia especial que fiz com o geólogo Fábio Haesbart - Cavernas de águas termais, postada neste link |
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| 2009 - Estalactite em caverna no Parque Estadual de Terra Ronca. A foto é da caverna São Bernardo. Uma publicação no blog detalho melhor essa viagem com a equipe de educação ambiental da Semarh. Veja neste link |
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| 1994 - Ilha de edição do Estúdio de TV da Universidade Federal de Goiás. Edição em Super V de filmagens realizadas no Parque Nacional das Emas, cerca de 540 quilômetros de Goiânia. Ao lado o amigo Sidney Dutra, parceiro na época na divulgação das potencialidade do cerrado. Veja o vídeo de 1994 neste link |
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| 2011 - Subindo a Serras do Engenho Velho no Muquém pelas trilhas que pagadores de promessa fizeram ao longo de décadas. Lá em baixo está a igreja do Muquém e local da festa que é realizada todos os anos no mês de agosto. Há partes da subida dessa serra que é preciso escalar e segurar em cordas. Não é fácil mas uma experiência marcante e uma vista maravilhosa de dezenas de quilômetros. Veja neste link |
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| 1992 - Chuveirinho do cerrado de Pirenópolis, cerca de 150 quilômetros de Goiânia, em cima da Serra dos Pireneus |
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| Professor Divino Bradão da Universidade Federal de Goiás no início da década de 90 no Parque Nacional das Emas. Ele desenvolveu trabalho sobre os cupins. Sua entrevista com detalhes publiquei na revista Cerrado. Veja neste link |
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| Bacupari. Tive a oportunidade de experimentar o fruto no cerrado de Pirenópolis |
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| Bacupari por dentro
Dados publicados pelo Ministério do Meio Ambiente:
Cerrado
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| Professor José Hidasi em seu Museu na Avenida Pará, em Campinas. Conheci o professor quando eu tinha apenas uns oito ou nove anos. Ví várias vezes ele em seu ônibus adaptado para museu ambulante com várias espécies de animais vivos e empalhados percorrendo feiras e eventos em Goiás. Estava em todos os lugares e eu sempre queria ver seu museu. Nunca cansei de ver os animais empalhados. Conto essa história com mais detalhes em publicação neste link |
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| Uma das dezenas de cachoeiras que desaguam no Rio Araguaia quando o rio percorre terras em Goiás. Fica no município de Baliza
Ameaças ao Cerrado:
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| 1992 - Cactus em cima da Serra dos Pireneus durante aula de campo sobre o Cerrado |
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| 1994 - Marmelada no cerrado próximo do Campus II da Universidade Federal de Goiás. Neste local foi construído um loteamento e a vegetação nativa removida |
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| 2011 - Chapada dos Veadeiros: momento de fotos do Jardim de Maytrea. Sidney Dutra com a câmera no tripé |
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| 2011 - Chapada dos Veadeiros e piscinas naturais tão atrativas para banho. Mas a água é bem fria, correndo entre as pedras. |
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| Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Vegetação seca no mês de setembro e trilhas que levam a grandes cachoeiras |
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| Comunidade quilombola de Vão de Almas. Prreparativos para a festa no mês de setembro. Estive no local em 2011 |
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| Em cima da Serra do Engenho Velho no Muquém. Naquela direção está Niquelândia e o lago de Serra da Mesa |
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| Cachoeira desaguando a partir de Goiás no Rio Araguaia. Do outro lado é Mato Grosso. Região com muitos canions e o rio não é muito largo mas é bem fundo |
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| No Rio Araguaia em muitos locais formam-se ilhas e o rio muda seu curso com o deslocamento de muita areia no período das chuvas |
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| Formações em cavernas. Esta está na caverna São Bernardo no Parque Estadual de Terra Ronca e parece com couve-flor |
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| De colete fica fácil atravessar o rio. Muito bom. Fiz isso em Aruanã. Mas a foto foi em Luiz Alves |
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| Momento de descanso em acampamento próximo a Itacaiu. Acampamentos estavam sendo cadastrados com trabalho da Semarh |
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| Rio Formoso no Parque Nacional das Emas. Tirei essa foto em 1993 quando visitamos o parque com o professor Heleno Dias. Foram realizadas filmagens também do local que se tornaram um vídeo |
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| Depois de percorrer vários acampamentos em Aruanã e voltando para a cidade. Trabalho da educação ambiental da Semarh |
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| A publicação que ganhou prêmio Unesco e Prêmio Expocom em Congresso de Comunicação e foi indicada duas vezes para o vestibular da Universidade Federal de Goiás é disponibilizada finalmente na forma digital em um blog. Quando foi editada foram 8 mil exemplares em papel couchê, toda colorida. Mas na época não existia popularmente a internet e a era digital. Mesmo assim, a Revista Cerrado foi enviada para várias partes do mundo que tinham interesse de conhecer o nosso cerrado. Em viagens realizadas para preparar a edição os autores Wagner Oliveira e Sidney Dutra já observavam que o desmatamento no Estado de Goiás ia trazer graves consequências. Imensos desertos vermelhos puderam ser observados por exemplo em Rio Verde, Mineiros, Chapadão do Céu em terras aradas que estavam sendo preparadas para a monocultura da soja. Anos depois os fazendeiros tiveram a resposta da natureza com grandes erosões, nascentes secas e o cerrado pedindo socorro. Animais mortos nas estradas foram muitos e muitos. Até que eles começassem a dimunir e desaparecer de várias regiões. Leia a revista neste link |
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| 1993 - Aurora no Parque Nacional das Emas. Ouvindo canto de bandos de pássaros-pretos, muitas araras e outras aves de várias outras espécies acordamos para mais um dia no Parque Nacional das Emas. Não pude perder esse clique do sol nascendo no horizonte. Veja o vídeo de 1994 neste link |
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| 1993 - Rio em Chapadão do Céu, próximo ao Parque Nacional das Emas. Local frequentado por turistas durante finais de semana ou feriados. |
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| Casa da Ponte ou Casa de Cora Coralina com suas janelas verdes e o Rio Vermelho que vai desaguar no Rio Araguaia |
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| 2011 - Vereadores Anselmo Pereira e Mizair Lemes entregam certificado e medalha do Mérito Ecológico a Wagner Oliveira |
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| Yuara Crescencio, vereador Mizair Lemes e Wagner Oliveira. "Seu trabalho é profissional. Acompanho e vejo que é um trabalho diferenciado. Na vida temos de ser persistentes", disse Mizair Lemes |
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| Professor Doutor botânico Heleno Dias Ferreira (Universidade Federal de Goiás), Marleide Vieira da Mota e Wagner Oliveira |
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| Reinauguração de Museu no Zoológico de Goiânia que recebeu o nome de Museu de Zoologia Professor Hidasi - merecidíssimo pelo trabalho que o cientista desempenha no cerrado empalhando animais que muitas vezes não são nem mais vistos na natureza. Oportunidade de as novas gerações conhecerem esses animais pelo menos em museu |
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| Remanescentes de Mata Atlântica em Goiás vão se regenerando com a desapropriação de terras para criação de parques. Mostra que existiu e ainda resistem partes da Mata Atlântica em Goiás. A área fica no município de Água Limpa |
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| Mata Atlântica em Goiás e o Lago de Corumbá. As águas durante o período de intensas chuvas chegam lá em cima. |
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| Para quem fica preocupado com a poluição de gás carbônico dos automóveis imagina se estivéssemos utilizando até hoje os carros de bois. Bois emitem também o metano muito mais poluente do que o gás carbônico. Mas essa cobertura foi da romaria a Trindade de carreiros de bois que vão de Damolândia, Inhumas e várias outras cidades percorrendo várias dias trechos de terra para chegar a Trindade. Acompanhei parte do percurso e foi muito emocionante. Veja mais neste link |
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| Tucano empalhado e preparado para exposição. Um dos trabalhos do professor José Hidasi |
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| Seriema é uma das aves do cerrado com o canto mais belo. Na minha opinião deveria ser a ave símbolo do cerrado |
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| A cada visita que fiz ao Professor Hidasi uma surpresa. Ele está sempre trabalhando, empalhando animais para museus |
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| Anhuma é a ave símbolo de Goiás. Esta está no museu do professor José Hidasi. Na natureza só avistei uma nas margens do Rio Araguaia. Ela faz vôos curtos, é uma sentinela do cerrado |
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| Ouvi muitas horas o professor José Hidasi contando sua vida. Parte dessa história já está contada aqui |
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| Formações em cavernas calcárias em Terra Ronca. Arte da natureza moldada durante milhares ou milhões de anos com gotinhas de água que caem do teto das cavernas. Veja mais neste link |
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| Gotinhas carregando calcário caem do teto da caverna e formam a chamada couve-flor. |
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| Formação no Parque Estadual de Pireneus, em baixo do Pico de Pireneus que é um dos mais altos da região. Leia mais neste link |
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| Águas que correm na Serra dos Pireneus. O cerrado nascente de muitas bacias hidrográficas do Brasil |
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| Água termal e potável, diz a plaquinha. Em um dos hotéis em Caldas Novas. Leia mais neste link |
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| A vegetação seca nos meses de agosto e setembro é um grande risco para queimadas |
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| E elas ocorrem. Muitas vezes são criminosas. |
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| Muitas árvores de médio porte vão resistir. O capim também voltará. Neste caso, a queimada foi em uma região próxima de Alexânia e o fogo passou rápido, poucos minutos. Mas as sementes, os frutos, pequenos animais não resistem. Leia mais sofre queimadas no cerrado neste link |
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| Xixá no cerrado com suas sementes, região próxima ao Rio Araguaia, município de Baliza |
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| O belga Luc Vankrunkelsven que veio a Goiás várias vezes concedeu três entrevistas a Educação Ambiental em Goiás sobre o cerrado. Você confere aqui neste link |
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| Pequi sem espinhos? É a aposta da Embrapa guardada em meio segredo. Já está na hora de ver esses frutos Embrapa. E as mudas? Será que o pequi com espinhos resistirá? Resistiu há milhões de anos no cerrado como mostram fósseis dessas plantas encontrados em Catalão. Pelo menos 60 milhões de anos como matéria publicada aqui em Educação Ambiental em Goiás. Veja neste link |
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| Morro do Cabeludo ao fundo no Parque Estadual de Pireneus |
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| A mangaba no pé. Fruto bem saboroso e cada vez mais escasso resiste em áreas de preservação ambiental |
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| O cerrado rupestre do Parque de Pireneus entre rochas espalhadas em cima da Serra dos Pireneus e que contam história do cerrado de milhares ou milhões de anos |
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| Luc Vankrunkelsven em 2012 após palestra na Universidade Federal de Goiás sempre alertando que perdemos cerrado muitas vezes para plantio de soja que vão para a Europa servir de ração para frangos e porcos. Leia mais neste link |
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| Águas de São João no Distrito do Município de Goiás, a 210 quilômetros de Goiânia. O local atrai pessoas principalmente por causa da água de nascentes com cheiro de enxofre que muitos afirmam ter conseguido curas de enfermidades depois de tomar o líquido ou banhos durante algum tempo. Vários depoimentos mostram pessoas afirmando que melhoram de gastrite, úcera, problema de estômago e pele. Veja mais no link |
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| O sabor não muda muito mas o cheiro forte de enxofre é marcante e só esse fiozinho de água atrai multidões todos os anos e há mais de meio século para o Distrito de São João - em busca de cura |
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| Fezes de lobo guará no cerrado. Detalhe nos meus dedos com pena de pequenas aves que fazem parte da alimentação do lobo |
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| Sementes de lobeira e até partes do fruto não digeridos copletamente estão nas fezes do lobo. Assim o lobo é um importante dispersor de sementes no cerrado |
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| Detalhe interessante é que as fezes não apresentavam intenso mal cheiro. Mas também o animal se alimenta principalmente de muitas frutas. |
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| Instrumentos líticos de sitio pré histórico no Distrito Federal expostos no Museu Jesco von Puttkamer em Goiânia. |
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| Morro dos Macacos em Iporá é considerado um antigo vulcão. |
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| Mangaba no pé. Pude mostrar mangabas da Serra Dourada e de Pireneus. Veja mais sobre mangaba e bacupari neste link |
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| Bird Land - Terra dos Pássaros no Rio Quente Resorts. No local é possível ter contato com aves belas como este tucano. Veja mais neste link |
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| Pequi no pé mas depois de uma queimada o fruto ficou prejudicado. A safra é bem pequena e muitas árvores nem apresentaram frutos. A queimada ocorreu no perído de floração |
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| Olha o pequi doente que sofreu queimada quando ainda estava em flor. Muitos frutos se perderam neste ano |
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| O araticum que cada vez está mais raro no cerrado vendido nas ruas de Goiânia. Mas atualmente "importado" de outro estado brasileiro, Minas Gerais. Porque em Goiás é fruto quase extinto |
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Delicioso, saboroso mas um sabor marcante de fruto selvagem. Parece com uma ata gigante com seus gomos com sementes envolvidas pela parte carnosa. Veja mais neste link ![]() |
| Mas um mirante na Serra de Caldas Novas e uma belíssima vista por cima dos cerrados, inclusive de campos rupestres |
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| Na Serra de Caldas Novas temos as canelas de Emas que mosto no foto. Já na Chapada dos Veadeiros é muito comum o candombá |
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| As lavouras de soja que ocuparam grande parte das áreas ocupadas originalmente por cerrados nativos |
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| Papagaio: como é bom admirar de perto a natureza, as aves |
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| Boca da caverna Terra Ronca - cerca de 100 metros de altura. Veja mais neste link |
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| Barbatimão no cerrado: medicinal sendo derrubada |
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Araras canindé vivem soltas no cerrado e visitam moradora de cidade em Cavalcante. Veja mais neste link
Valfrido Morbeck é produtor rural em Iporá e exemplo de que é possível recuperar o cerrado plantando nativas. Em sua propriedade ele tem centenas de árvores e mostra na foto uma delas: mangaba. Se cada produtor rural fizer o mesmo teremos sempre espécies nativas do cerrado preservadas
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| Guatambu do cerrado |
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| interessante é a formação da semente que possui essa parte bem seca e leve que possibilita que a semente seja dispersada pelo vento, vá germinar bem longe da árvore mãe |
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| O cerrado em flor. Depois da queimada, pouco mais de um mês e tudo rebrotando. A força da vida no cerrado mesmo com a passagem do fogo que nem sempre só é prejudicial |
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| Cachoeira de Corumbá de Goiás. Lá em cima entre as pedras e a água e lá em baixo dentro e fora do rio muitos turistas que visitam a região cortada por trilhas ecológicas |
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| Rochedo, Rio Meia Ponte que passou por Goiânia e nessa região segue para desaguar no Rio Paranaíba |
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| Chapéu de couro: medicinal |
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| Veículos passam em alta velocidade pelas estradas e os animais buscam comida em outras regiões com a vegetação nativa sendo retirada |
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| Mais um papagaio. Que satisfação, fico embevecido de estar próximo da natureza |
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| Museu do Professor José Hidasi |
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| Margaridas que formam imensos jardins no Parque Nacional das Emas |
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