Congresso Nacional de Educação Ambiental"Educação Ambiental
é refém do capital"
O presidente do Congresso Nacional de Educação Ambiental Miguel Bordas fez a abertura do evento na Universidade Federal da Paraíba citando que um dos textos discutidos atualmente diz que educação ambiental é refém do capital. "Queremos sim ser globalizados, mas não desse jeito", "Quero saber se junto com esse mercado de capitais há um desenvolvimento de pessoas, compromisso de desenvolvimento", perguntou.
A abertura do evento ocorreu com auditório lotado da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba nesta-quarta-feira, 12 de outubro.
Apresentação artística bem ao estilo nordestino do Harmorial Corda de Caroa durante abertura do II Congresso Nacional de Educação Ambiental e IV Encontro Nordestino de Biogeografia
Na abertura do evento a conferência foi proferida pela professora doutora Michèle Sato - UFMT. Abaixo algumas frases:
"O grande desafio desse século é o agronegócio"
" Aprendi que é bom evocar os conflitos"
"Temos de tentar trazer da dor o momento da aprendizagem"
"Evocar conflitos significa democratizar os espaços para mostrar nossas diferenças"
"Estamos passivos vendo as coisas acontecerem e não se mobiliza, principalmente em questões de meio ambiente. No Mato Grosso se reúne meia dúzia de pessoas na praça"
"Temos de inventar novas linguagens como a da arte. Tentar lutar contra esse sistema que nos consome, faz imposição hegemônica."
O coordenador do evento Giovanni Seabra, da Universidade Federal da Paraíba, informou que o congresso está contando com cerca de 1500 participantes diretos.
O professor Doutor Anderson Portuguez - UFU, ministrou a oficina Educação Ambiental como instrumento de desenvolvimento local com sala lotada do começo ao fim. Ao final, ele concedeu entrevista exclusiva a Educação Ambiental em Goiás - leia em breve.Fotos: Wagneroliveiragoias.blogspot
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