19/12/2009



Livro
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eletrônico e
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sem impostos


A tecnologia que possibilita utilizar menos papel, tinta, impressões e facilita a comunicação é sempre bem vinda. Melhor ainda sem tributação, já que tudo com imposto fica mais caro. Livros e jornais são isentos de tributação – garantia constitucional. Com a criação dos livros digitais surgiu a dúvida. Deveriam ser tributados? Mas a tendência é que livros digitais ou aparelhos que possibilitam a leitura de livros, jornais, revistas sejam isentos de impostos. Como já ocorre com CDS ou DVDs de enciclopédias ou dicionários.
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Uma liminar da Justiça de São Paulo afirma que o Kindle, leitor digital da Amazon, deve ser enquadrado na mesma categoria de livros e jornais. Sem tributação os aparelhos devem ficar cada vez mais acessíveis a maior número de pessoas. Várias marcas prometem lançamentos já para 2010 e para baixar o livro só precisar acessar em um local que tenha sinal de celular.
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A Amazon, por exemplo, cobra 267 dólares só para a importação. Os brasileiros puderam importar o produto a partir de outubro. Decisão da juíza da 22ª Vara Cível Marcelle Ragazoni Carvalho, de São Paulo, só vale para o autor da ação. Mas abre brechas para quem quiser pleitear também a isenção. Por certo em pouco tempo a isenção será uma conquista que vai facilitar a compra desses aparelhos já que possibilitam a democratização da informação e são ferramentas úteis na preservação do meio ambiente.
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Algumas editoras brasileiras estão correndo para disponibilizar seus livros também no formato digital e até para download. Quem antes quis combater essa revolução descobriu que não é possível e está agora buscando adaptar-se aos novos tempos. É claro que cada empresa cria o produto para venda e lucro. Mas em tempos de internet certamente deverão surgir oportunidades para quem não quiser desenbolsar alguns Reais. A Amazon já possibilita a degustação liberando algumas páginas de livros. Compra se quiser e gostar e não tem o inconveniente de receber pelo correio um livro grosso, com muito papel e tinta e depois de não gostar ter de mandar para a reciclagem.

Veja abaixo como funciona o Kindle


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18/12/2009

Vídeo Trânsito da Natureza - Veja as imagens e a letra da música




No trânsito da natureza o respeito à vida é tão natural.
O rio e sua correnteza sem acidentes até o final.
No trânsito da natureza solidário sem afobação.
É comum a gentileza e não faz sentido usar a contramão.
O trânsito da natureza anda em segurança sem deslealdade.
Não tem lugar pra esperteza.
Sua riqueza é a igualdade.
O exemplo vem da natureza.
A cidade pede a sua ajuda.
Faça sua parte.
Com certeza se você mudar o trânsito muda.

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17/12/2009

Declaração Universal

dos Direitos da Água


Documento redigido pela ONU

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.


Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.


Redação de 1992.


16/12/2009


Geógrafo Aziz Ab'Sáber
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“Amazônia não vai virar cerrado”
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“Há 12 mil anos o nível do mar subiu, ele tinha descido 95 metros”
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“Sem indústria, sem nada: Entre 23 mil e 12 mil anos antes do presente houve um período muito crítico. O planeta passou por um período de glaciação. Devido ao congelamento de águas marinhas nos pólos Norte e Sul, o nível dos oceanos era cerca de 90 metros mais baixo do que o registrado hoje. A partir de 12 mil anos atrás, cessou o clima frio e começou a haver um aquecimento progressivo. Com isso, o nível do mar subiu, ele tinha descido 95 metros.”
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“Com o aquecimento, as grandes manchas florestais, que haviam se reduzido a refúgios, cresceram. A esse processo, que aconteceu principalmente na costa brasileira, eu dei o nome de “A Réplica do calor” e período foi chamado de Optimum climático. Durante esse Optimum climático o calor foi tão grande que o nível do mar subiu, embocando nas costas mundiais, formando baías, golfos, rías.”
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“Houve mais chuvas, o que favoreceu a continuidade das florestas. O optimum é uma fase da história climática do mundo que vários cientistas e o próprio IPCC não consideram. Como naquele período nem a mata Atlântica nem a Amazônia desapareceram do mapa, não é certo dizer que até 2100 a Amazônia vai virar cerrado.”
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Que resultados esperar
da Conferência
de Copenhague?


Martha Tristão

As negociações, às vezes por debaixo dos panos, entre as delegações dos países participantes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que acontece em Copenhague, capital da Dinamarca, nesta semana, têm deixado os expectadores perplexos e atônitos, sem saber se confiam ou não em seus resultados, previstos para serem acordados em seu encerramento, dia 18 de dezembro. Há uma grande expectativa diante da imensa responsabilidade da Cúpula da Conferência em relação aos rumos da sustentabilidade do planeta Terra. Será que podemos esperar um resultado realmente responsável, que considere a justiça ambiental e a equidade social nos processos de desenvolvimento?

Assistimos a um cenário que revela uma disputa de interesses meramente econômicos, entre países pobres e ricos ou emergentes e desenvolvidos, na corrida de quem dá mais em seu plano de metas para atingir um patamar de reconhecimento, diante dos holofotes das mídias ou dos formadores hegemônicos de opinião. Os chefes de estado parecem estar bem menos preocupados com o meio ambiente e o combate ao aquecimento global do que com a repercussão política de suas decisões.

Qual será o significado imediato das decisões nas práticas sustentáveis e políticas socioambientais mais amplas, ainda não sabemos. Os resultados desta importante Conferência são mais um acordo político, um protocolo de intenções como o Tratado de Kyoto que, infelizmente, não tem força legal ou qualquer cumprimento obrigatório a respeito das medidas a serem tomadas para redução dos gases de efeito estufa. Como acreditar na responsabilidade ética dos governantes depois do acordo resultado das decisões, a ser firmado nos dias 17 e 18 próximos, diante de políticas internacionais, cada vez mais, atreladas às grandes corporações capitalistas, à internacionalizaçã o do capital?

Estamos vivendo ainda o impasse entre desenvolvimento e meio ambiente? Conflito criado desde a Conferência Internacional de Estocolmo, em 1972, há uma correlação de forças entre os interesses econômicos e a preocupação ambiental, a qualidade e sustentabilidade da vida. Só que agora o cenário na sociedade de risco é outro, o risco é igual para todos, mas a distribuição dos bens ambientais e dos efeitos das catástrofes é desigual. O mundo tem pressa. Entre ricos e pobres, quem pagará a conta afinal? Será que somos todos igualmente responsáveis?

Mesmo diante de catástrofes ambientais iminentes e da previsão de mais desastres climáticos os prazos se estendem e as metas se encurtam. Na mesa de negociação desta semana, foram observadas as discordâncias entre países pobres e ricos acerca da amplitude das reduções das emissões nas nações industrializadas, e a criação de um Fundo climático global para que os países pobres se adaptem às mudança climáticas e reduzam as suas próprias emissões.

Há ainda aqueles que tentam tirar a responsabilidade do super consumo dos países ricos e de um modelo insustentável e falido de crescimento econômico dominante que vem aumentando a pobreza ambiental e social do mundo. Reduzem o momento em práticas individuais ou individualizantes, como se cada um pudesse isoladamente interferir na totalidade das mudanças ambientais globais. Só isso não basta. No caso do Brasil, por exemplo, temos que resolver os sérios problemas de saneamento ambiental, de desmatamento, de transporte coletivo, de criação de ciclovias, de educação, de injustiça ambiental e social. Essas iniciativas que dependem da aplicação honesta dos recursos públicos podem contribuir fortemente com a redução das emissões. Precisamos urgentemente de um novo processo civilizatório, de uma mudança radical para reformar as estruturas e transformar o pensamento para valores pós-materialistas.

Martha Tristão é professora doutora e pesquisadora da UFES
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Confronting Climate Change, with Al Gore


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14/12/2009


Plantas do cerrado
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vieram de todo o Brasil
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RICARDO MIOTO
Folha de S. Paulo

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A vegetação que ocupou o cerrado saiu de todos os cantos do Brasil. Escolha uma espécie qualquer e ela pode ter origens tanto na Amazônia quanto no sertão nordestino ou nos pampas gaúchos -a flora é um mosaico de origens muito diversas.
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Justamente por ter se formado pegando um pouco de cada lugar distante, o cerrado possui uma biodiversidade tão grande.
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Os cientistas brasileiros que descobriram isso, fazendo análises no DNA das plantas, ficaram surpresos, porque, em geral, ecossistemas não se formam assim.
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Para ajudar a entender como eles surgem, Marcelo Simon, biólogo da Embrapa em Brasília e um dos autores do estudo, dá um exemplo: a vegetação da cordilheira dos Andes.
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Vegetação do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas
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Quando os Andes se elevaram, há milhões de anos, foram ocupados, em seguida, por uma vegetação adaptada à nova temperatura (regiões altas são mais frias). Ela veio dos climas temperados da América do Norte e migrou como um todo.
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Ao descobrir que as origens do cerrado eram variadas, os cientistas ficaram intrigados. Por que a mistura ocorreu?
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A resposta começa pela ideia de que, se uma planta "quiser" viver nos Andes, terá de vencer o frio. Mas, se tentar se espalhar pelo cerrado, o maior problema será o fogo que aparece nas épocas quentes --o clima seco permite que incêndios naturais ocorram sempre.
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Mas o fogo, os cientistas descobriram agora, não é uma barreira muito grande, ao contrário do frio. As plantas têm facilidade para criar resistência a queimaduras. Vencer o frio requer uma adaptação prévia a ele, em outro bioma. Já o fogo não é um inimigo tão grande -uma planta pode se acostumar fácil, venha de onde vier.
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Vegetação casca-grossa
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O programa de treinamento das plantas para lidar com o fogo consiste, basicamente, em dois pontos: é preciso virar casca-grossa e não ter medo de ir parar debaixo da terra.
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Quando o fogo surge, a casca resistente e grossa até queima, mas ela não deixa o interior da planta ser danificado -é como se a planta tivesse uma pele tão grossa que pudesse passar pelo meio de um incêndio.
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A outra adaptação é ter raízes bem grossas. Faz sentido: com isso, a maior parte da massa da planta fica por baixo do solo. Aí, mesmo que passe um apocalipse de fogo pela região onde a coitada está, ela vai sobreviver.
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São características relativamente simples. Então, poucas gerações após a colonização, as plantas sobreviventes já estavam adaptadas ao cerrado.
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http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u666120.shtml
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13/12/2009

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As grandes vilãs do
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'aquecimento' no Brasil


Pesquisadores brasileiros mostraram estudo na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague, que a metade dos gases responsáveis pelo efeito estufa no Brasil são emitidos pela pecuária. De 2,2 gigatoneladas de dióxido de carbono emitidas pelo país em 2005, 1,05 gigatoneladas seriam da pecuária. Daí vem emissões para formação de pastos, queimadas e a emissão de metano com o processo de fermentação intestinal do gado.
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O Brasil possui o maior rebanho bovino do mundo, com mais de 190 milhões de cabeças e as emissões de gases causadores do efeito estufa cresceram no país 62% entre 1990 e 2005. Os dados são importantes para repensarmos a forma de desenvolvimento e de exploração da terra para produção de alimentos.
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A consequência ambiental está nos números mas muitos produtores rurais se conscientizaram mesmo depois de ver que ao transformar o meio ambiente retirando toda a vegetação e nem mesmo obedecendo as exigências legais, ocupando toda a propriedade com gado que compacta o solo e dificulta a infiltração de água suas propriedades passaram, por exemplo, a ter menos água nas nascentes, mais erosões, perda e empobrecimento dos solos. No sudoeste de Goiás há inúmeros exemplos. Consequências então não só de forma global, mas inclusive local, para o próprio bolso do produtor rural.
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Leia também:
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03/12/2009

COLETA SELETIVA EM GOIÂNIA - 60 FOTOS
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O colorido especial
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de crianças e idosos
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Educação Ambiental em Goiás acompanhou de perto o trabalho de Coleta Seletiva no Bairro Goiá e outros bairros próximos, em Goiânia. Logo o caminhão já estava cheio de recicláveis. E o trabalho mostra um colorido especial com crianças, idosos, homens e mulheres saindo das casas e até correndo atrás do caminhão para entregar seus recicláveis. Cada um querendo fazer sua parte.


Quando ouvem a musiquinha do caminhão é criança saindo para todo lado para entregar o que conseguiu juntar durante a semana. Uma correria danada.
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Veja o vídeo com a cena acima
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José Teodoro (motorista), Ronaldo Gomes e Carlessandro Rodrigues:
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Ronaldo: "Me sinto bem contribuindo com o meio ambiente"
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Carlessandro: "As pessoas nos valorizam mais do que na coleta de lixo. Chamam para conversar, para dar lanche"


Há três semanas o caminhão rodou, rodou no bairro e ainda estava vazio. Mas era o início. Fiquei meio preocupado pensando: se as pessoas não separarem não vai funcionar. Mas funcionou com a participação de todos. Agora em pouco tempo o caminhão já está quase cheio de recicláveis.
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E mais recicláveis vão chegando.


Passando em cada rua do bairro


Carlessandro recolhe caixa de papelão utilizada como embalagem para leite e pets.
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Uma verdadeira aula de educação ambiental na prática envolvendo poder público, pais e crianças


Com certeza a Prefeitura de Goiânia vai ter de repensar o tamanho ou a quantidade de vezes que os caminhões vão ter de passar já que em breve a quantidade de recicláveis deve aumentar muito.


Família inteira acompanhando o trabalho.


Ronaldo e Carlessandro: "Há bairros que o caminhão enche rápido. No Setor Sul e no Jardim Atlântico eles juntam muito recicláveis"


O caminhão baú é mais indicado principalmente por causa do período de chuvas já que principalmente papel e papelão não podem molhar ou então perdem preço. Chegam a valer até 60% menos se molharem.


Com o caminhão cheio outro caminhão maior vem buscar os recicláveis. Depois o caminhão menor continua coletando.
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Até isopor.


No lixo o isopor não vale nada além de ocupar um imenso espaço. Mas pode servir para fazer artesanatos e virar um belo ipê cor-de-rosa. Vai depender da criativida do artesão ou artesã.




O comércio também separando os recicláveis
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Quanta pet que poderia parar no aterro sanitário. Essas não vão mais.


A diferença é que antes a população queria distância do lixo. Agora quer separar os recicláveis e participa até o último momento. Quer ver o reciclável dentro do caminhão. E aí tem um problema simples que pode ser solucionado.


Se a população ficar esperando para colocar o reciclável somente na hora que o caminhão passa muitas vezes o caminhão precisa parar ou o recolhedor voltar e novamente correr atrás do caminhão.


A senhora já idosa foi correndo levar seus recicláveis e o recolhedor voltou para buscar. Isso leva mais tempo da equipe. Mas a verdade é que ninguém quer perder o trabalho. Junta todos os recicláveis durante a semana mas quer ver ir para o local certo. "Nada de esquecer meu reciclável!"


Então a orientação é deixar os recicláveis na calçada para não haver perda de tempo ou correria de última hora.


O caminhão está passando nos bairros de Goiânia uma vez por semana. Só marcar o dia e saber o turno que vai passar e deixar os recicláveis na calçada.


Sacos cheios de recicláveis


Papelão decompõe fácil. Mas melhor mesmo é reciclá-lo.


Na calçada fica fácil fazer a coleta do papelão.


É preciso ter equilíbrio. O planeta também precisa de equilíbrio. Não reciclar desequilibra o planeta.
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Quanta pet, quanta sacolinha. Vão para a triagem.


Mais crianças entregando os recicláveis juntados durante a semana


Uma olhadinha rápida. Se é reciclável e não estão misturado com lixo orgânico ou sujo vai tudo para o caminhão


Dois coletadores. Na primeira semana era só um. O trabalho aumentou.

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E tudo muito rápido. Para em cada calçada e cada rua do bairro atendido pelo serviço. A promessa é de atender toda a capital.


Pet separadinha vai pro caminhão de recicláveis.


Mais papel, papelão.


Atenção: lixeira vazia. Lixeira? Lixo não, reciclável.


Mais um morador entrega reciclável na mão do coletador.


Se não é lixo tem valor. Quer ver o destino correto, lá dentro do caminhão. O problema é só que aumenta o tempo da coleta.


Pode confiar e deixar na calçada. Só ficar atento com o dia correto que passa o caminhão.


Tudo muito rápido.


Logo a frente tem mais reciclável.


Tudo no mesmo saco. Só precisa ser reciclável, não estar misturado com orgânico, nem sujo. Na triagem a separação será feita. Em breve vamos mostrar a triagem aqui em Educação Ambiental em Goiás.


Olha a pontaria...


Nada de orgânico. Tudo separadinho e limpo vai para o caminhão.




Por ruas de asfalto e de terra também. O caminhão vai fazendo sua rota.

Olha só que encontro de caminhões...
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Um belo e enorme caminhão da Coca Cola. Quantas pets dessa marca e de outras não vão para os lixões ou aterros sanitários todos os dias? Grande parte dos recicláveis são de bebidas e principalmente refrigerantes. Essas empresas bem que poderiam contribuir muito mais com esse trabalho de reciclagem.
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Ao fundo o Morro do Mendanha, onde estão antenas de empresas de televisão e rádios de Goiânia


Em cada rua procurando quem já se conscientizou e está fazendo sua parte deixano os recicláveis na calçada no dia da coleta.


Essa equipe já está lotando duas vezes o caminhão. Em breve será muito mais já que no bairro o trabalho começou há apenas três semanas.


A dona de casa entrega os recicláveis na mão do coletador.


E mais recicláveis. Algumas famílias já enchem sacos.


Coletadores trabalham sorrindo, alegres vendo que a população recepciona bem eles e o trabalho.






Na lixeira fica ainda mais fácil de coletar. Não precisa ficar abaixando toda hora.


De longe o motorista José Teodoro já vê que tem reciclável.


O caminhão sobe por uma rua, desce por outra. Assim fica mais fácil fazer a rota.
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Belo trabalho desenvolvido em Goiânia pela prefeitura, cooperativas e principalmente pela população. Começou na maior parte dos bairros há cerca de um mês e promete atingir toda a capital. Antes foi desenvolvido durante alguns meses como projeto piloto. Agora só não pode parar. Até mesmo porque já ganhou o apoio de grande parte da população que deverá motivar muitos outros mais que sabem a importância de preservação do meio ambiente e esperavam uma oportunidade dessas para fazer sua parte também.
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Obs.: Algumas fotos desta matéria ficaram em sentido contrário. Uma antes da outra na sequência. Isso foi proposital para exemplificar que às vezes é preciso fazer o contrário do que se está acostumado para obter o resultado que se espera. Parabéns a Goiânia. Wagner Oliveira.
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